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Caminhada Virtual
A jornalista Najla Passos passou um e-mail informando que ela estava participando da Caminhada Virtual . Achei legal e também entrei nesta. Abaixo o texto do site “e-indignação” explicando como funciona a caminhada. Para participar basta acessar o site www.e-indignacao.com.br.
E-indignação
“Vergonha, raiva, tristeza, nojo, descrença, perplexidade. Definir o que se sente diante do cenário político brasileiro é difícil. Manifestar sua indignação. Acesse www.e-indignacao.com.br.
Neste exato momento, brasileiros indignados como você estão participando de uma grande manifestação: A Caminhada virtual rumo a Brasília contra a corrupção.
A e-indignação percorrerá virtualmente 1012 km de São Paulo a Brasília. Com o seu cadastramento a caminhada avança 2 metros. Com cada participante indicando seus amigos, seremos 506 mil brasileiros manifestando nosso repúdio à corrupção no Planalto Central.
No momento da chegada um caminhão carregando um grande vídeowall estará à frente do Congresso Nacional. Este vídeowall on-line exibirá a mensagem de que 506 mil brasileiros terminaram de percorrer a distância São Paulo-Brasília na primeira e maior passeata on-line do Brasil a favor da ética e contra a corrupção.
Projeto: O e-indignação é uma iniciativa civil, apartidária, que tem como único e expresso objetivo o exercício da cidadania. Foi criado pela FabraQuinteiro, que é uma agência de propaganda de capital privado, 100% nacional, com sede em São Paulo-SP.
Objetivo: A e-indignação é um manifesto pacífico e democrático em repúdio à série de escândalos no cenário político que atualmente estarrecem todo o Brasil. O objetivo é utilizar a internet como forma de mobilização popular para manifestar a indignação de todos os brasileiros com relação aos fatos e seus envolvidos.
Como Funcionará: A e-indignação é uma caminhada virtual on-line rumo a Brasília contra a corrupção. Apresenta-se hoje como a maior manifestação popular on-line do Brasil. A caminhada percorrerá 1012 km de São Paulo a Brasília. Cada participante representará 2m do percurso. Dessa forma serão necessários 506 mil participantes para que o movimento chegue até o seu destino: o Congresso Nacional no Planalto Central.
Escrito por Sindjor/mt às 12h36
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| Cursos de Jornalismo são mais de 300 no país |
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Os dados do Censo do Ensino Superior divulgados pelo Inep no dia 11 de agosto apontam um crescimento de 70% no número de cursos de jornalismo no país em quatro anos. No entanto, tais dados carecem de uma leitura mais crítica, pois incluem diversas habilitações.
De acordo com dados do Censo do Ensino Superior, divulgados no Boletim nº 101 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - Inep, o número de cursos de Jornalismo passou de 260, em 2000, para 443, em 2003, sendo 74 públicos e 369 privados. O levantamento, no entanto, inclui como "Jornalismo" todos os cursos de graduação em Cinema e Vídeo, Jornalismo, Noticiário e Reportagem, Radialismo, Rádio e Telejornalismo, Comunicação Social, Produção Editorial e Publicação.
Na verdade, o curso que alavancou todo o crescimento detectado pelo INEP foi o de Comunicação Social, que passou de 220 em 2000 para 423 em 2003, um incremento de 92,3%. Os dados precisam, no entanto, ser tomados com precaução, pois pode ter havido confusão na hora de classificar os cursos. É possível que nas listas de Comunicação Social tenham sido contabilizadas outras habilitações que não as de Jornalismo. Essa dúvida vem do fato de que atualmente, segundo dados do próprio site do Inep, existem 312 cursos de Jornalismo ou Comunicação Social com habilitação em Jornalismo no país.
Outro cuidado deve ser tomado ao considerar os cursos de Cinema e Vídeo, Noticiário e Reportagem, Radialismo, Rádio e Telejornalismo, Produção Editorial e Publicação. Embora não representam nem 5% dos cursos pesquisados pelo INEP, nenhum deles permite ao egresso fazer o Registro Profissional de Jornalista no Ministério do Trabalho.
Estes números reforçam a solicitação que a FENAJ encaminhou ao MEC, em outubro de 2004, de uma moratória na abertura dos cursos de jornalismo e da inclusão da entidade nas comissões de avaliação das condições de oferta de tais cursos.
Fonte: Fenaj |
Escrito por Sindjor/mt às 14h11
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Ana Paula Padrão
Quatro bons telejornais, quem diria?
Nelson Hoineff
Às 19h15 de segunda-feira (15/8), a segunda maior rede de televisão do país voltou a ter um programa jornalístico – o SBT Brasil, apresentado por Ana Paula Padrão. A notícia auspiciosa é que voltou mostrando um noticioso de boa qualidade. Melhor ainda é que forçou seu principal concorrente, o Jornal da Band, que entra no ar cinco minutos depois, a melhorar bastante seu conteúdo (embora ali o novo cenário seja pior que o anterior).
Pela primeira vez em muito tempo, talvez pela primeira vez na história, as quatro grandes redes comerciais de televisão no país (SBT, Band, Globo e Record) ostentam telejornais de grande qualidade no seu horário nobre. Este é um fato a comemorar.
Descaso explícito
As oscilações jornalísticas do SBT fazem parte do anedotário da televisão brasileira. Do impagável Noticentro, nos anos 1980 (que chegava a reprisar o jornal diário no dia seguinte); da incrível Semana do Presidente (um relato oficial e ufanista dos atos do Executivo), passou sem escalas para o Jornal do SBT, com Boris Casoy, que introduziu a figura de um âncora responsável no telejornalismo brasileiro.
No início dos anos 1990, o SBT chegou a ter ao mesmo tempo um telejornal com Boris Casoy, outro com Lilian Witte Fibe, o Jô Soares 11 e Meia (na época bem mais jornalístico do que voltado para o entretenimento), o Documento Especial e, na faixa mais popular, o Aqui Agora, que no seu gênero fez história.
Acabou com tudo, e mais de uma vez Silvio Santos revelou, em entrevistas a jornais e revistas, com a franqueza que lhe é característica, o descaso explícito que tinha com o jornalismo. Colocou isso na prática, promovendo recentemente o que ficou conhecido como "Jornal das Pernas". Jornalismo, no SBT, parecia carta fora do baralho.
O alcance do fôlego
Mas o que se viu nesta segunda-feira exprime bem o vetor ciclotímico do empresário. O SBT Brasil estreou com um sofisticado desenho formal envolvendo um conteúdo de grande qualidade. O cenário espetaculoso é, ainda assim, de bom gosto e valoriza a importância que se quer dar à apresentadora. As vinhetas, sobretudo as passagens feitas por meio de grandes monitores postados no alto do estúdio, são bastante engenhosas. E Ana Paula estreou segura, dialogando com firmeza e simpatia com os repórteres, passando convincentemente o recado de que estava lá para comandar um noticiário que se propõe abrangente e isento.
Foi boa a cobertura de Brasília, assim como a profusão de correspondentes internacionais – como Paula Schitt falando de Beirute sobre os acontecimentos de Gaza. A Band respondeu em grande estilo, tendo correspondente não em Beirute, mas na própria Faixa de Gaza. O acordo feito com a BBC Brasil – que inclui a transmissão por internet com qualidade quase aceitável – foi altamente benéfico para a emissora do Morumbi.
Mesmo em tempos de grandes conflitos internacionais, nunca a televisão brasileira pôde contar ao mesmo tempo com tantos correspondentes falando com áudio e vídeo de tantos lugares diferentes fora do país.
Na sua primeira edição, o SBT Brasil caminhou no sentido de ganhar rapidamente a credibilidade da qual a emissora inesperadamente tantas vezes abriu mão. É o mínimo que se poderia esperar de uma rede que há muito tempo detém a vice-liderança da audiência no país. Manter a isenção ao longo dos próximos meses é tarefa difícil, mas o fato é que durante vários anos essa prerrogativa foi concedida a Boris Casoy. Não se pode deixar de torcer para que haja continuidade no trabalho iniciado agora – o que, aliás, é um dever constitucional da emissora que o abriga.
A boa estréia do SBT Brasil não apenas forçou a Band a melhorar, não apenas ajudou a construir o cenário de quatro telejornais de boa qualidade em horário nobre, mas lembrou que uma rede do tamanho do SBT não pode fugir ao compromisso de ofertar informação de qualidade a cerca de 15% de todos os telespectadores brasileiros que acompanham a sua programação.
Os próximos dias é que vão determinar o seu fôlego. O SBT Brasil parece estar equipado para isso. Seu começo levanta a torcida para que desta vez a experiência não seja efêmera.
Fonte: Observatório da Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 14h10
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Estréia em Cuiabá
TV Cidade inova telejornalismo mato-grossense
Nesta segunda, dia 15, estréia o telejornal SBT Mato Grosso, ancorado pela jornalista Lídice Lannes. Uma nova proposta de jornalismo sóbrio, simples, sem ser monótono
ADRIANA NASCIMENTO Da Reportagem
Um novo tom surge no jornalismo mato-grossense. Querendo mostrar novas cores nas notícias locais o telejornal SBT Mato Grosso, que estréia nesta segunda-feira (15), às 17h55, na TV Cidade, vem representado pela figura jovem e simpática da repórter Lídice Lannes (ex-TVCA). O horário é proposital. Será um prato de entrada para o cardápio principal, o SBT Brasil, que vem em seguida, apresentado pela competente Ana Paula Padrão.
Com a missão de suprir a lacuna de um jornalismo sóbrio e simples, sem se tornar monótono, um dos trunfos do SBT Mato Grosso é ter um comentarista diário, o que dará ao público uma visão crítica sobre o principal assunto do dia. O escolhido para a tarefa é o jornalista Onofre Ribeiro.
A tendência de se ter um jornalista para fazer matérias de nível nacional, fica a cargo de Émerson Penha. Desta forma o telejornal mato-grossense se iguala aos trabalhos desenvolvidos nas grandes cidades. "Mato Grosso, através da TV Cidade, é um dos poucos estados brasileiros com afiliadas do SBT, que investirá num repórter de rede. Escolhido a dedo por Ana Paula Padrão, Penha, veio da afiliada da Rede Globo de Belo Horizonte e, além de notícias locais e estaduais que interessem ao Brasil, também fará matérias em Mato Grosso do Sul e nos países da fronteira", avisa Lídice.
Para atingir o maior número de pessoas possível não há uma público direcionado como o telejornal Cidade 40 graus, da mesma emissora, voltado a casos de polícia. A apresentadora diz que o tom do SBT MT será o mais simples e coloquial possível, e quando o assunto for muito específico há a expectativa de trazer um especialista para esclarecê-lo de forma que o público o entenda completamente.
Na equipe estão nomes como os de Rogério Andreatta (coordenador de produção); Ley Magalhães (editoria de política) e as repórteres Ana Paula Gonçalves, Paulo Coelho, Dannyelly Lannes e Nádia Barros. Por trás do trabalho ainda estará uma experiente equipe de câmera-men e editores. Mas quem pensa que a inovação termina por aí, se engana. O SBT MT é só o começo da mudança na cara do jornalismo televisivo regional. A idéia é, num futuro próximo, implantar também um telejornal pela manhã e um no horário do almoço, no mesmo estilo.
Fonte: Jornal Diário de Cuiabá
Escrito por Sindjor/mt às 17h58
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Boas oportunidades
Eduardo Ribeiro
Jornalistas&Cia separou uma outra oportunidade internacional, esta, porém, destinada a jornalistas profissionais em meio de carreira e que atuem, com contrato formal, no serviço público (pode ser Legislativo, Executivo ou Judiciário) ou em alguma organização do terceiro setor. Trata-se do Programa Hubert H. Humphrey, promovido pela Comissão Fulbright Brasil, que oferece aos que trabalham nas áreas de interesse do projeto bolsas de estudos para aperfeiçoamento profissional nos Estados Unidos. São 14 as atividades escolhidas pela Comissão para a concessão de bolsas, sendo uma delas o Jornalismo - infelizmente não para todo e qualquer jornalista, mas para aqueles que atuem em áreas como agricultura, saúde, planejamento familiar, nutrição e educação. A duração do programa é de 11 meses e são exigidos do candidato nível superior (preferencialmente mestrado), cidadania brasileira, mínimo de cinco anos de experiência, vínculo empregatício com organização do setor público ou terceiro setor, além de domínio da língua inglesa. O programa oferece benefícios como passagem, seguro-saúde, bolsa mensal etc e as inscrições vão até 1º de setembro. Os detalhes podem ser conferidos no www.fulbright.org.br, item Bolsas de Estudos/Bolsas para Brasileiros. Vale a pena conhecer melhor os detalhes, até porque de repente você conhecerá alguém de uma outra atividade para quem possa passar a dica. Fica aí a sugestão.
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 17h20
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Estréias
Hoje é dia de estréias no SBT e Rede TV!
Os jornalistas Marcelo Rezende e Ana Paula Padrão estréiam hoje na Rede TV! e SBT, respectivamente. Rezende já passou pela emissora e está de volta, depois de um ano de deixar a Casa para trabalhar na Record. Já Ana Paula deixou a Globo, onde atuou por 18 anos, para ajudar Luiz Gonzaga Mineiro, diretor do SBT, a retomar o jornalismo da Casa.
A estréia de Rezende não acontece como o planejado. Tudo porque o cenário e a trilha não ficaram prontos. Como o jornalista diz que não pode ficar de fora da cobertura da crise política que o país enfrenta, ele está hoje em Brasília para tocar, a partir das 21h05min, o bloco de política do Jornal da TV, que será substituído pelo Rede TV News, ao vivo. “Vou apresentar o bloco direto do Congresso Nacional”, conta. Rezende será âncora do novo telejornal, ao lado de Rita Lisauskas, a partir do dia 22/08. Ela já apresenta do Jornal da TV junto com Augusto Xavier, que vai continuar na emissora, embora ainda sem destino definido.
Já Ana Paula estréia hoje apresentando o SBT Brasil, a partir das 19h15. A expectativa é grande em torno do novo programa já que o SBT por muito tempo não investiu em jornalismo. Mineiro foi contratado para cuidar do projeto de retomada da área. Com a ajuda da ex-editora-chefe e âncora do Jornal da Globo, ele contratou vários profissionais e realizou algumas mudanças no setor.
“O dia começou bem. Estou ansiosa, mas isso é normal. Na última semana, produzimos o telejornal como se já estivéssemos no ar. Não há matérias especiais para hoje. Vamos fazer um telejornal bonito, que cubra o país inteiro. Quero competir no dia-a-dia”, disse Ana Paula ao Comunique-se.
Fonte: Comunique-se
Escrito por Sindjor/mt às 17h13
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Jornalismo Investigativo
O livro "JORNALISMO INVESTIGATIVO - O fato por trás da notícia", de Cleofe Monteiro de Sequeira já está à venda nas livrarias, pela Editora Summus. Em toda sociedade, em qualquer época, existem assuntos cuja divulgação requer mais do que notas informativas ou notícias imediatas. São temas que exigem aprofundamento, meticulosidade e precisão. É aí que entra em cena o jornalismo investigativo. Este livro traça um modelo de jornalismo investigativo brasileiro, tendo por base a rotina produtiva dos repórteres da área. Descreve a seleção e o conteúdo das reportagens, métodos de trabalho, técnicas e estratégias para a aquisição de informações, tipos de fontes e a relação entre repórter e fonte, muitas vezes bastante complicada. Analisa a importância do contexto empresarial e, principalmente, as balizas éticas que devem nortear o profissional durante a realização das matérias. Sem dúvida, trata-se de uma obra fundamental para os profissionais de comunicação. Mas também de extremo interesse para o leitor habitual de jornais, uma vez que relata curiosidades e detalhes na elaboração de matérias que surpreenderam o grande público e analisa o papel do jornalismo investigativo como fiscalizador dos setores público e privado, denunciando mazelas que afligem nossa sociedade.
Escrito por Sindjor/mt às 17h08
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