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Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso
 

Nota

ANJ sai em defesa de pesquisas eleitorais

Redação Portal IMPRENSA


A Associação Nacional de Jornais divulgou ontem em nota à imprensa, a sua posição frente às últimas notícias de que a divulgação de pesquisas eleitorais seriam proibidas 15 dias antes do pleito - segundo o projeto de lei nº 275/05, aprovado pelo senado na última semana e apresentada pelo senador Jorge Bornhausen (PFL/SC).

A ANJ considera a iniciativa uma afronta ao "direito dos cidadãos de terem acesso à informação de cunho jornalístico". Representante dos donos de jornais, a associação acredita que a "iniciativa também fere o princípio consagrado pelo art. 220, parágrafo primeiro da Constituição Federal, que proíbe qualquer lei de conter dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social".

Além de regulamentar as pesquisas eleitorais, a proposta do senador também visa a redução do tempo de campanha de 90 para 60 dias e do período da publicidade gratuita no rádio e na televisão de 45 para 35 dias.

Confira a seguir a nota da ANJ:
“A Associação Nacional de Jornais – ANJ, entidade que congrega 126 empresas jornalísticas brasileiras responsáveis por mais de 90 por cento da circulação diária de jornais no País, tem como um de seus principais objetivos a defesa intransigente da liberdade de imprensa.

Assim, a ANJ vem de público se posicionar contra o texto da reforma política - Projeto de Lei do Senado n.º 275/05 - aprovado semana passada, na parte em que proíbe a divulgação de pesquisas eleitorais quinze dias antes das eleições.

O dispositivo aprovado afronta o direito dos cidadãos de terem acesso à informação de cunho jornalístico. A iniciativa também fere o princípio consagrado pelo art. 220, parágrafo primeiro da Constituição Federal, que proíbe qualquer lei de conter dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social.

A ANJ espera que essa parte da proposta, ainda em discussão no Congresso Nacional, seja suprimida do projeto de reforma política. Acima de tudo, a liberdade de informação é uma conquista da cidadania brasileira, pilar do regime democrático e fundamental no processo eleitoral.

Brasília, 24 de agosto de 2005”.


NELSON PACHECO SIROTSKY
PRESIDENTE

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h22
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Pesquisa


Repercussão: Zulaiê Cobra examina pesquisa IMPRENSA/ABERJE/Maxpress

Gabriel Kwak


Em entrevista ao Portal Imprensa, a deputada Zulaiê Cobra (PSDB-SP), integrante da CPMI do Mensalão, comentou os dados da pesquisa IMPRENSA/ABERJE/Maxpress sobre a avaliação do desempenho do governo Lula entre os jornalistas. Declarou a deputada: 

"Eu tenho o maior apreço pela imprensa. No começo do governo, os jornalistas tiveram muito boa-vontade com o PT. O PT enganou muito. Mesmo quando a gente tinha razão, os jornalistas não achavam isso. A partir de 2004, com o caso Waldomiro Diniz, já começaram essas situações trágicas do governo. Em 2004 e 2005 nós só vimos desgraças. O jornalismo reflete essa decepção e essa confusão dentro do governo. A imprensa transforma isso em palavras, em análises, em repercussões. Em 2005, foi muito depressa: em dois meses, o governo praticamente se enforcou. Nós chegamos a três meses (junho, julho, agosto) em que essas denúncias foram se avolumando. Hoje a não-confiabilidade no Lula cresceu muito. O Lula não se explicou ainda. Quando você fala mal do Lula, tem sempre um petista agredindo o Fernando Henrique.
A imprensa, hoje, tem mais informações do que nós. Eu leio na imprensa coisas sobre as quais eu não consegui fazer um raciocínio lógico."

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h18
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Lançamento

Maurício Kubrusly lança livro de viagens

Gabriel Kwak


O escolado repórter da TV Globo, Maurício Kubrusly, lançou em São Paulo, no último dia 23, o livro "Me Leva Brasil", em que relata curiosas histórias que recolheu na série de reportagens - que leva o mesmo nome - para o "Fantástico", desde 2000. Nessas matérias, Kubrusly percorreu o Brasil inteiro e, de cada parada, guardou uma impressão especial.
Ficha Técnica:
"Me Leva, Brasil: A Fantástica Gente de Todos os Cantos do País"
Editora Globo
416 páginas
R$ 38, 00

Fonte:Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h16
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Congresso

Este texto é bom para conhecer o que está rolando nos nossos congressos...

Kobayashi é contra carreira de jornalista na esfera pública

Por Thaís Naldoni, de São Pedro



Na tarde de hoje, o secretário de Comunicação da Prefeitura de São Paulo, Sérgio Kobayashi, foi um dos palestrantes do 20º Encontro Estadual dos Jornalistas em Assessoria de Comunicação (EEJAC), realizado em São Pedro – SP, com o tema “A Comunicação de Governo: a importância do jornalista profissional no funcionalismo”. De acordo com Kobayashi, não deveria existir a carreira de jornalista na esfera pública. “Carreira na esfera pública deveria ser restrita a advogados, professores e médicos, por exemplo. Não é coisa para jornalistas”, decreta.

Para ele, o mercado de trabalho para o “jornalista público” está cada vez mais vigoroso e competitivo, e busca profissionais altamente capacitados. “Antes, a assessoria de imprensa era considerada um trabalho leve e burocrático, uma forma caricata de jornal”, lembra. Hoje, no entanto, é dever do assessor de imprensa ser ativo, bem informado e estar sempre em contato com a mídia. “A verdadeira missão do jornalista público é com a cidadania. Ela deve ser a grande beneficiária de suas ações”, completa.

Missão

A grande missão de Sérgio Kobayashi na Prefeitura de São Paulo é extinguir a Secretaria de Comunicação e transformá-la em uma agência de notícias. Para tanto, levou para a administração municipal, diversos profissionais de renome no mercado, tal qual o jornalista Leão Serva.

Segundo o secretário, o fim da Secretaria deve ocorrer até o final deste ano. “Sempre digo que não sou um secretário, mas que estou secretário. Vamos fazer com que a comunicação na cidade de São Paulo seja mais dinâmica, moderna, eficiente. Readequaremos o portal da Prefeitura e daremos treinamentos para que os profissionais possam se adaptar às novas tecnologias”, finaliza.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h15
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Artigo

Qual o formato?

Marcelo Russio

Olá, amigos. Hoje na Internet pode-se perceber que há dois formatos de texto que são utilizados por 99% dos sites esportivos: o de "hard news", com notas curtas e objetivas, e o de crônicas, com textos mais longos e análises incluídas. Dificilmente se acha um site em que predomine a análise ao factual. Qual a razão disso?

Existe uma discussão muito grande sobre qual o melhor formato para os leitores de esportes na Internet. Um grupo defende a tese de que um texto enxuto e rápido de se ler é o que faz a diferença, já que a maioria das pessoas acessa a Internet do trabalho, e procura resultados de um evento específico, sem grandes análises, ou o noticiário do seu time em momentos de folga na rotina.

Esse grupo diz que o formato hard news é o ideal, pois não se aprofunda demais nos assuntos e permite que o leitor não perca tempo demais lendo uma só nota. Segundo os defensores desse formato, quem quiser ler mais, clica em outras notas e navega pelos sites.

O outro formato, de crônicas mais longas e análises, diz, paradoxalmente baseado na tese de que os leitores de esportes na Internet têm pouco tempo disponível, que eles gostam de acessar uma única nota e saber, ali, tudo que há para saber sobre o assunto desejado. Segundo eles, dar muitos cliques e ter, vez por outra, a Internet mais lenta, representa uma perda de tempo maior do que a de acessar notas curtas, uma vez que, com um único acesso, é possível ler-se tudo no ritmo do leitor, seja ele qual for.

Há pontos positivos e negativos em ambas as análises, mas tendo a acreditar que textos curtos e objetivos são o futuro dos textos internéticos, principalmente os de esportes. Análises aprofundadas sobre um assunto podem sempre ser "quebradas" em sub- tópicos, o que agiliza a leitura e dá mais chance ao leitor de decidir se quer ou não se aprofundar mais e mais, enquanto um texto longo acaba forçando quem lê a ir até o fim para ter uma opinião totalmente formada sobre o assunto.

O tema é bem polêmico e gera discussões quase intermináveis, inclusive com teses sobre o comportamento das pessoas à frente da telinha do computador. Como o número de pessoas ligadas à Internet, seja no trabalho ou em casa, aumenta exponencialmente dia após dia, a tendência é que haja público para as duas vertentes majoritárias de sites esportivos.

 

Fonte: Comunique-se 

 



Escrito por Sindjor/mt às 18h10
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Pesquisa IMPRENSA/MaxPress/ABERJE:

Lula sabia dos empréstimos petistas, dizem 92% dos jornalistas do Brasil

Por Pedro Venceslau



A esmagadora maioria dos jornalistas brasileiros acredita que o presidente Lula sabia total ou parcialmente dos empréstimos ilegais feitos pelo PT para financiar campanhas petistas de 2002. Esse é apenas um dos resultados da mais ampla pesquisa de opinião - senão a única - feita entre os jornalistas brasileiros desde o início do escândalo que parou Brasília. A Pesquisa IMPRENSA/MaxPress/ABERJE teve metodologia de amostra quantitativa e ouviu 400 jornalistas de todos os Estados. O instituto Franceschini de Análise de Mercado assina a produção. O resultado completo será divulgado na próxima edição da revista IMPRENSA, que chega ás bancas em setembro. Entre os dados mais significativos estão:

- 92% dos jornalistas brasileiros acreditam que o presidente Lula sabia, total ou parcialmente, dos empréstimos ilegais feito pelo PT para campanhas eleitorais. Apenas 7% acham que Lula não sabia de nada.

- 64% dos jornalistas brasileiros afirmam que as provas apresentadas contra José Dirceu comprovam, total ou parcialmente, sua responsabilidade nos fatos que geraram a crise. 30% acreditam que as provas apenas dão indícios.

A pesquisa "A avaliação do governo Lula" foi realizada entre os dias 10 e 12 de agosto de 2005.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 19h22
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Seminário sobre Estágio

Participantes reafirmam necessidade de estágio ser acadêmico
 
Representantes de 12 Sindicatos, professores de cerca de 15 Cursos de Jornalismo e estudantes participaram do Seminário de Avaliação dos Projetos de Estágio Acadêmico da FENAJ, dia 19, em Brasília. Reafirmou-se que, pela regulamentação profissional do jornalista, o estágio continua proibido se for utilizado para exploração de mão-de-obra. Somente o estágio acadêmico é permitido.

Foi consenso entre os participantes do debate que o estágio em jornalismo só pode ser realizado se realmente se constituir em complemento à formação e deve ocorrer, conforme orienta o Programa de Qualidade de Ensino da FENAJ, com acompanhamento tanto da Universidade quanto de profissionais nos locais onde é desenvolvido. Também se reafirmou o critério de que convênios e contratos de estágio não podem ser celebrados sem a concordância dos Sindicatos.

Todos os requisitos para a realização de estágio acadêmico que já constam no Programa de Qualidade de Ensino foram reafirmados e vários outros, como o estabelecimento de bolsas, carga horária, acrescidos com o objetivo de padronizar e melhorar nacionalmente a sua implementação.
Ao final do Seminário, foi criado um Grupo de Trabalho para a produção de um detalhado relatório que será enviado a todos os Sindicatos, pela FENAJ, e professores, através do FNPJ, para recolhimento de mais sugestões. O GT vai sistematizar todas as sugestões recolhidas e formular uma proposta que será submetida ao próximo Congresso Nacional dos Jornalistas, marcado para ano que vem, em Minas.


Escrito por Sindjor/mt às 19h13
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O papel da mídia na crise

Guilherme Cardoso (*)

 

Pagamento de propinas a deputados, mensalão, depósitos ilegais no exterior, caixa dois, Marcos Valério, Roberto Jefferson, Delúbio Soares, CPI dos Correios e tantos outros nomes e expressões até então desconhecidos agora fazem parte do linguajar popular.

Poucas vezes no país, tanta gente esteve interessada em acompanhar o noticiário político, especialmente aquele vindo de Brasília, o centro do poder. Graças à imprensa. É verdade que os fatos são estarrecedores, as denúncias bombásticas e os atingidos são figuras de destaque. Dentre elas o presidente da República, na eminência de sofrer um processo de impedimento.

O deputado federal Roberto Jefferson deu a largada na corrida das denúncias, e depois dele, outros fatos e personagens envolvidos em atos de corrupção foram sendo apresentados à população em tempo real. E a mídia ali em cima, atenta, investigando, apurando e até mesmo antecipando-se aos acontecimentos. Tudo para manter bem informada a população brasileira.

Em todos os lugares, bares, teatros, campos de futebol, encontros sociais, o assunto discutido era sempre a corrupção dos políticos, o envolvimento do PT, os depoimentos do Roberto Jefferson, do Marcos Valério ou mais um pronunciamento do presidente Lula ao país.

Todo esse interesse dos brasileiros só foi possível pela intensa cobertura dos meios de comunicação. Jornais, rádios, revistas, televisões e Internet continuam mantendo enormes espaços ao tema em suas páginas ou grades de programações. Canais antes pouco vistos, como a TV Senado ou a TV Câmara estão alcançando altos índices de audiência, só comparados às emissoras comerciais.

Não fosse a presença e atuação da mídia nessas denúncias de corrupção, com certeza os fatos mais graves estariam encobertos, possivelmente engavetados e não teriam os desdobramentos catastróficos que estamos vendo, com a possibilidade de várias cassações e a grande chance de o povo conhecer os meandros podres do poder e definitivamente exigir mudanças profundas nas instituições nacionais.

(*) Estudante de Jornalismo do 7º Período- Estácio de Sá-BH

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 19h09
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Procuradores e nós, aliança pela verdade

Milton Coelho da Graça

Rodrigo Pinho, procurador geral de Justiça de São Paulo, deu uma pequena mas importante aula de Direito aos que até hoje não querem entender as virtudes da nossa Constituição-cidadã de 1988 nem as virtudes do papel de imprensa numa sociedade democrática.

Além de dar integral apoio aos promotores participantes do depoimento dado por Rogério Buratti e confirmar que a investigação não está sob segredo de justiça, disse a nota divulgada por Rogério Pinho:

“A divulgação do teor do depoimento efetuada pelo Ministério Público não caracteriza desrespeito a nenhuma regra jurídica, nem pode prejudicar o bom andamento das investigações. A Procuradoria-Geral de Justiça entende, também que toda investigação deve, quando não sigilosa, ser acompanhada pela imprensa e pela sociedade, como em qualquer país democrático”.

Tão grave como o “denuncismo” e mais comum na atual crise ética e política, tem sido o “desmentismo”, não só dos acusados mas também dos seus amiguinhos, empenhados sempre e primariamente em desmoralizar acusações e testemunhos. Delúbio Soares e professor Luizinho são os exemplos mais grotescos, mas todos já reconhecemos outros tipos mais sutis. O “denuncismo” ocorre em toda grande crise e a separação entre fatos e cascatas faz parte do trabalho e da responsabilidade social – nossa e dos procuradores. Alguém se recorda das falsas denúncias na crise da era Collor? Foram muitas, mas na memória nacional só ficaram fatos.

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 19h06
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Artigo

Não basta ser honesto

Eleno Mendonça

O velho ditado vale mais do que nunca no Brasil. Ainda que os supostos envolvidos na crise não tenham nenhum comprometimento de fato, terão de fazer mais do que declarações. Até porque, a partir de agora, até os tempos de coroinha do ministro Antonio Palocci serão revistados pela imprensa. Quando se entra numa CPI não se sabe como é o final da história e, como já escrevi aqui antes, como já se descobriu muito mais do que esperava todo o País, até o final desse governo a história não será diferente. Vamos viver aos solavancos, com escândalos pipocando a cada semana.

Sinceramente não sei se o governo e Palocci resistirão. Já vimos todos essas histórias e o que acontece em 90% dos casos é uma pressão enorme, uma investigação de proporções tão grandes que a pessoa investigada, ou em nome próprio ou em nome da estabilidade econômica, acaba saindo ou se vendo forçada a isso para evitar um prejuízo maior.

O simples arrolar de Palocci nessa confusão toda já causou prejuízos que não dá para medir. Imaginem o investidor lá fora como recebe essas informações? A gente aqui, mesmo a contragosto, até acredita em certas declarações, ainda que desconfiados, mas no Exterior tudo isso chega de forma cabal e definitiva. Isso afeta o fluxo de recursos, o chamado risco Brasil, as intenções de investimento. Tudo isso afeta em muito a economia e, de novo, insisto num ponto que muitos discordam. Não existe blindagem possível.

Mas toda essa crise tem revelado uma economia bem mais forte do que todos imaginavam, que caminha porque, como muitos dizem, não dá para ficar esperando o governo. O que não consigo entender é como ainda estão de pé os bancos envolvidos na crise. A imprensa está devendo uma boa radiografia deles. A carteira de clientes não murcha diante de tanta denúncia? Como o BC monitora isso? Eu achava que haveria quebra quase que imediata. Taí uma boa pauta, mostrar de forma prática os efeitos dessa crise nas empresas e pessoas envolvidas e tentar avaliar os prejuízos do País.

Mesmo partindo do princípio de que a economia possa estar blindada e, repito, não está, é óbvio que, ainda que o Brasil cresça, sempre ficará no ar uma questão: quanto poderia ter crescido se não fosse tudo isso?

Fonte: Comunique-se

Escrito por Sindjor/mt às 18h56
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Pesquisa IMPRENSA/MaxPress/ABERJE
Audiência do tamanho da crise: 76% dos jornalistas brasileiros acompanham os depoimentos pelas TV´s Câmara e Senado

Por Thaís Naldoni


As TVs Câmara e Senado estão vivendo dias de glória. Informa a pesquisa IMPRENSA/MaxPress/Aberje - que será divulgada integralmente na edição de setembro de IMPRENSA - que 76% dos jornalistas brasileiros costumam acompanhar os depoimentos e notícias através das TVs Câmara e Senado e não pela TV aberta. A pesquisa foi a primeira a aferir a popularidade das duas TV´s entre os jornalistas. Recentemente, uma pesquisa feita pelo Instituto Qualibest, entre a população em geral, chegou a conclusão parecida. Em um universo de mil pessoas entrevistadas, 13% do público interessado na CPI declarou preferir a TV Senado."Nós não temos uma medida exata de nosso pico de audiência, mas temos certeza de que, neste momento de crise, ele é enorme e maior que muitas emissoras do Brasil", salienta Armando Rollemberg. E ele tem razão. Em um universo de mil pessoas entrevistadas, 13% do público interessado na CPI declarou preferir a TV Senado.

A TV Câmara também passa por um excelente momento. Sem uma ferramenta específica de medição de audiência, o aumento do número de pageviews tem servido como referência. "No depoimento do Roberto Jefferson, por exemplo, nosso site esteve congestionado durante todo o dia", conta Antônio Vital Medeiros de Moraes, assessor de imprensa da Câmara dos Deputados. Segundo dados do Ibope, o depoimento de maior audiência foi o de Renilda Santiago, esposa de Marcos Valério, seguido por Roberto Jefferson, fazendo com que a TV Senado superasse a forte Globonews em audiência.

Fonte: Revista Imprensa


Escrito por Sindjor/mt às 18h47
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