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Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso
 

Boas notícias

Depois de um período de desapontamentos, com vertiginosa queda nas vendas, estagnação nos anúncios e demissão em massa, a imprensa nacional tem dado sinais de que recobra o fôlego. Porém é prudente não falar, ainda, em retomada dos velhos tempos.

Dois exemplos edificantes estão aqui para corroborar o que digo. O primeiro veio da última (e rara) entrevista do diretor de redação da Folha de S. Paulo, Otávio Frias Filho. Em uma longa conversa com três jornalistas de um site especializado, Frias Filho revelou que: 1) depois de cinco anos em queda, a circulação dos jornais ficará ao menos estabilizada este ano; 2) outubro foi o melhor mês da história da Folha em venda de anúncios; 3) a tendência do jornalismo é investir cada vez mais em opinião; 4) a Folha vai retomar a vanguarda visual em 2006, ano em que fará uma nova reforma gráfica; 5) a Folha quer investir ainda mais no que os especialistas chamam de hard news, o noticiário político que põe fogo em Brasília; 6) os assuntos exclusivos deverão ser prioridade, deixando para segundo plano a notícia comum, aquela que já saiu nos sites, nos blogs, nas tvs e no rádio.

Um porém - aliás não observado por mim, mas por Ricardo Kotscho do site No Mínimo - é que Frias Filho não fez referência alguma às grandes reportagens. Quer dizer, não disse que pretende investir nas histórias que estão em ebulição pelo Brasil à espera de quem as conte.

A segunda boa notícia na imprensa veio da Globo – e talvez preencha a lacuna deixada por Frias Filho. Para quem não leu, recomendo o Almanaque Fantástico, uma publicação belíssima, repleta de grandes reportagens, diagramação moderna, depoimentos em primeira pessoa e entrevistas reveladoras.

No primeiro número – que aliás não traz nenhuma referência sobre sua periodicidade – tem muita coisa boa. A começar pela entrevista da secretária que desmentiu a Operação Uruguai e que inaugurou o termo “pizza” em nossa política. Há também belíssimos depoimentos dos jornalistas Fernando Molica e Edney Silvestre. O primeiro conta o episódio em que deu de cara com o chefe das Farc na Colômbia. Ex-correspondente em Nova York, Silvestre presenteia-nos com um emocionado relato de como foi o seu 11 de setembro de 2001, o dia em que teve de cobrir os ataques ao World Trade Center – ele que é um apaixonado pela cidade. Espero que Frias Filho cumpra o que prometeu e que a Globo dê longa vida ao seu Almanaque.

ANSELMO CARVALHO PINTO é editor do Caderno de Cidades do Diário
anselmo@diariodecuiaba.com.br

Fonte: Jornal Diário de Cuiabá



Escrito por Sindjor/mt às 19h08
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SBT com 12 boletins diários de notícias

Por Thaís Naldoni / Redação Portal IMPRENSA



O jornalismo continua a ser a bola da vez no SBT. Até o mês que vem, a emissora pretende fazer a estréia de 12 boletins diários de notícias, com duração de um minuto, informa o jornal O Estado de S. Paulo. Serão três boletins de manhã, quatro à tarde e cinco à noite. Ainda não foram definidos os apresentadores.

Fonte: Revsita Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 19h04
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Luto no Jornalismo: morre Marco Uchôa

Redação Portal IMPRENSA



O jornalista Marco Uchôa, 36 anos - repórter especial do "Fantástico", da TV Globo - morreu hoje, às 12h, vítima de câncer. Em janeiro do ano passado, ele já havia sofrido uma cirurgia para a retirada de um tumor na perna que durou mais de dez horas. 

De acordo com o laudo médico, Uchôa estava internado no Hospital Alemão Oswaldo Cruz desde o dia 7 de novembro. Em tratamento há dois anos de Osteossarcoma (tumor maligno formador de osso), o jornalista recentemente apresentava metástases múltiplas ósseas e pulmonares.

Uchôa formou-se nas Faculdades Integradas Alcântara Machado (Fiam). Começou sua carreira na Folha de S. Paulo aos 17 anos e foi um dos repórteres mais novos do jornal. Ficou por cinco anos no O Estado de S. Paulo e colaborou para a revista Marie Claire. Foi para a Rede Globo em 1995, onde foi repórter do "Fantástico" e colaborador do "Jornal Nacional", "Globo Repórter" e do canal Globo News.

Em tempo: muitos leitores do Portal IMPRENSA confundiram o jornalista Marco Uchôa, do Fantástico, com o correspondente em Londres da mesma emissora, Marcos Uchôa.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 19h26
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Justiça

Decisões do TST e STJ reconhecem direitos de repórter cinematográfico e fotográfico
 
Duas recentes decisões judiciais confirmam as teses que a FENAJ e Sindicatos de Jornalistas sustentam há décadas. Uma, do TST, consolida a regulamentação de nossa profissão reconhecendo que repórter cinematográfico deve ser enquadrado como jornalistas. A outra, do STJ, reconhecendo direitos autorais do repórter fotográfico, determinando indenização por republicação de fotografias por empresa jornalística após a demissão do profissional.

No dia 17 de novembro o site Consultor Jurídico (www.consultorjuridico.com.br) divulgou a decisão da 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho confirmando sentença do TRT da 4ª Região (Rio Grande do Sul), que enquadrou como jornalista um repórter-cinematográfico que trabalhava na RBS TV Santa Rosa. A empresa terá que pagar diferenças salariais desde 16 de junho de 1998, data em que o colega prejudicado obteve seu registro de jornalista profissional no Ministério do Trabalho.

Tal decisão possibilita que os repórteres cinematográficos encaminhem pedidos de enquadramento como jornalistas às Delegacias Regionais do Trabalho. Ela sustenta, também, que os sindicatos encaminhem pedidos de fiscalização nas empresas para verificar o enquadramento dos repórteres cinematográficos.

Republicação de fotos sem autorização gera indenização

Segundo informação veiculada pela assessoria do STJ no dia 17 de novembro, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça reconheceu os direitos do repórter fotográfico Cláudio Alves Pereira de indenização por danos materiais e morais. Fotos suas foram republicadas sem crédito diversas vezes pelo Jornal de Brasília após a demissão do profissional, em julho de 1990. A empresa Jayme Câmara Irmãos S/A, proprietária do jornal, foi condenada a pagar indenização de R$ 26 mil por danos morais. A condenação inclui, também, indenização por danos materiais, mas os valores devidos ainda estão em fase de cálculos.

O processo de Cláudio teve longa tramitação. Ele perdeu a causa na primeira instância, mas recorreu ao STJ, que reformou a sentença do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. E recorreu novamente ao STJ que, num primeiro momento, reconheceu apenas seus direitos por danos morais. Na essência do processo, sua defesa alegou que foram transgredidos dispositivos legais que protegem a exclusividade do direito de utilização, de publicação e de reprodução da obra artística, insistindo no reconhecimento de que a obra por ele produzida se insere no conceito de obra artística, estando, dessa forma, protegida pelo direito à propriedade intelectual.
 
Fonte: Fenaj


Escrito por Sindjor/mt às 19h24
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Valorização da profissão

FENAJ e sindicatos pressionam MTb
pela suspensão de registros precários
 
Prosseguindo nas ações para suspender e cancelar os registros de precários, a FENAJ tem, nesta terça-feira (22/11), audiência com o Secretário do Ministério do Trabalho e Emprego, Renigio Todeschini. A entidade também solicitou audiência com o juiz Manuel Alvares para pedir agilização na publicação do acórdão e autorização para publicar seu relatório e voto apresentados no julgamento do dia 26. Paralelamente, os sindicatos desenvolvem ações junto às DRTs. Em Florianópolis, nesta segunda, diretores da FENAJ e do SJSC entregaram, ao ministro Luiz Marinho, a ata do julgamento e pediram sua ação.

A FENAJ, imediatamente após o julgamento do dia 26 de outubro que restituiu a exigência do diploma para registro profissional de jornalista, solicitou providências do Ministério do Trabalho e Emprego. Mas a ação do MTb, até o momento, ao contrário das reivindicações das entidades dos jornalistas, foi de encaminhar, no dia 27 de outubro, circular às Delegacias Regionais do Trabalho para não alterar procedimentos. O MTb titubeou em tomar iniciativas sem antes ter o acórdão do TRF - 3ª Região publicado.

Na sexta-feira, dia 18, logo que recebeu a ata da sessão de julgamento do TRF publicada no Diário da Justiça, a FENAJ encaminhou-a ao Ministério, solicitando oficialmente as seguintes providências imediatas: "a) Orientação às DRTs para sustar imediatamente a concessão de novos registros precários; b) Relação, por Estado, de todos os registros de precários, provisionados e profissionais; c) Intensificação da fiscalização do exercício irregular, com acesso dos Sindicatos aos laudos dos fiscais do trabalho; d) Cancelamento de todos os registros precários realizados desde outubro de 2001".
 
Fonte: Fenaj


Escrito por Sindjor/mt às 19h22
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O bêbado e o jornalista: Clodoaldo Meneguello Cardoso, professor de Ética Jornalística da Unesp/Bauru, comenta polêmica em torno da matéria de Veja e as declarações de Poleto

Por *Clodoaldo Meneguello Cardoso


A denúncia pública de um ato de corrupção assume o caráter de falso moralismo quando seus objetivos não somam esforços de aproximação da verdade de interesse público e sim – pela precipitação e sensacionalismo – voltam-se ao interesse mercadológico e à projeção pessoal. 

Em se tratando de um jornalista, isso se torna mais grave devido à função e responsabilidade sociais da profissão. A questão ética central não está focada nas condições físicas ou psicológicas do informante e sim a postura do jornalista diante da fonte. Uma fonte oral não é uma fonte documental sobre a qual posso emitir um juízo ou mesmo uma hipótese. Ela é uma versão. Ter uma relação ética com uma fonte é aceitá-la apenas como um indício que deve ser confrontado com outras fontes orais e, principalmente, com uma fonte documental. 

Uma informação, mesmo de uma pessoal alcoolizada, pode ser o início de um trabalho de jornalismo investigativo que leve a provas documentais contundentes. A denúncia tem força moral pela fonte documental e não pela fonte oral.

Apoiar-se apenas em fonte oral e precipitadamente divulgar a informação recebida é tentar covardemente eximir-se da responsabilidade pessoal e profissional, utilizando o informante como uma espécie de escudo moral. 

*Clodoaldo Meneguello Cardoso
Prof. de Filosofia e Ética Jornalística
UNESP / FAAC-Bauru

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 19h21
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Curso de assessoria reúne cerca de 30 pessoas

Cerca de 30 pessoas, entre profissionais da área e estudantes, participaram neste fim de semana do curso "Assessorias em Órgãos Públicos – Administração de Crises”, promovido pelo Comunique-se com o apoio do Sindicatos dos Jornalistas. O curso foi ministrado pelo coordenador da assessoria de imprensa da Febem (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor), Marco Siqueira, que tem grande experiência em enfrentar problemas na instituição. 

Este mesmo evento já foi realizado em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Fortaleza. Na avaliação final que os alunos fazem, o curso sempre obteve bons resultados. Em Mato Grosso não foi diferente. Os participantes elogiaram o curso e as dicas fornecidas pelo palestrante. Eles disseram também que foi uma boa oportunidade de reciclagem.

O curso aconteceu nos dias 19 e 20 de novembro, no auditório da Assembléia Legislativa de Mato Grosso.



Escrito por Sindjor/mt às 19h00
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Exclusivo: José Dirceu defende o Conselho Federal de Jornalismo

Por Marcio Meinberg, especial para o Portal IMPRENSA

Nesta breve entrevista exclusiva para o Portal IMPRENSA, concedida pouco depois do ato público em sua defesa, que aconteceu em São Paulo, na última sexta feira, o deputado José Dirceu fala sobre seu futuro político e defende a criação do Conselho Federal de Jornalismo. Acompanhe: 

IMPRENSA - O sr. diz que está sofrendo um linchamento moral por parte da mídia. Quem foi que começou isso?
Dirceu –
A "Veja".

IMPRENSA - Por que o sr. acha que está acontecendo essa perseguição? É algo histórico?
Dirceu –
Sempre teve isso. Quando começou o processo do governo Lula, já começaram a dizer que eu era o segundo homem da República, e começou um processo para tentar impedir que eu tivesse um papel no governo. Depois, durante todo o governo, houve uma pressão muito grande para tentar me tirar do governo, pra tentar me impedir, inclusive, de falar sobre os rumos do governo, sobre a economia... E o caso Valdomiro Diniz foi a primeira tentativa de me tirar do governo.

IMPRENSA - Com um Conselho Federal de Jornalismo, o sr. acha que a postura da imprensa seria mais democrática? 
Dirceu –
Evidente que sim. Quanto menos organização dos jornalistas, maior é o poder daqueles que detêm o controle acionário dessas empresas e menor a participação social.

IMPRENSA - No caso do dinheiro vindo de Cuba, você acha que os que acusam têm base para manter essa posição?
Dirceu –
É igual à história das Farcs e de Angola. Eles vão jogando as coisas para estigmatizar e incriminar. É uma permanente tentativa de deteriorar a vida do PT. Ou cassar seu registro ou tentar desmoralizá-lo na sociedade. 

IMPRENSA - No caso da cassação do seu mandato, o que o sr. vai fazer da sua vida?
Dirceu –
Da militância eu não vou abdicar não, pode ficar tranqüilo. Eles não vão se livrar de mim. Não pensem eles que eu vou sair da história, não. A história ainda tem muita coisa para a  frente, eles vão ter que me suportar. A medicina agora está avançando, eu vou até os 90 anos.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h47
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Saia-justa: Bush se irrita com repórter, perde a cabeça e causa constrangimento em coletiva na China

Pedro Venceslau, da redação



O presidente Geroge W.Bush perdeu a cabeça a passou por uma saia justa ontem, durante uma coletiva de imprensa na China. A coletiva já estava terminando, quando um repórter pediu a palavra e começou a criticar o desempenho do presidente horas antes, em evento na praça da Paz Celestial.

Disse o repórter, olho no olho, que Bush parecia estar "fora do seu normal" e que "faltou entusiasmo" na leitura da declaração oficial. Para finalizar, o jornalista perguntou: "Havia algo que o incomodava?". A primeira reação de Bush foi desconversar e colocar a culpa pelo lapso no fuso-horário. Minutos depois, o mesmo repórter tentou fazer outra pergunta, mas foi interrompido pelo presidente: "Não, você não pode".

Visivelmente irritado, Bush se levantou e tentou ir embora. Ao chegar na porta, porém, encontrou-a trancada. Diante dos flashes, ainda tentou uma piada: "Eu estava tentando escapar. Obviamente não funcionou".

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h43
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Repórteres Sem Fronteiras enviam carta aberta ao Presidente da República

Fonte: Repórteres Sem Fronteiras
 

Carta aberta ao Presidente Lula e aos três Poderes: Repórteres sem Fronteiras pede revogação de lei herdada da Ditadura

Sr. Luis Ignacio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil ;
Sra. Dilma Roussef, Chefe da Casa Civil ;
Sr. Renan Calheiros, Presidente do Senado ;
Sr. Jader Barbalho, Presidente da Comissão de Ciências e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados ;
Sr. Nelson Jobim, Presidente do Supremo Tribunal Federal,

Senhora, Senhores,
É com grande inquietação que Repórteres sem Fronteiras tomou conhecimento da situação de Lúcio Flávio Pinto, fundador e chefe de redação do quinzenal Jornal Pessoal de Belém (Estado do Pará, Norte do Brasil). Acostumado a abordar temas delicados, como o tráfico de drogas, o desmatamento amazônico ou a corrupção local, esse jornalista hoje enfrenta dezoito processos judiciários, dez dos quais por « calúnia e difamação ». Além disso, já foi vítima de ameaças e agressões. Confinado em seu domicílio para elaborar a própria defesa, não poderá receber prêmio que lhe seria entregue em Nova Iorque no fim no mês. E, fato ainda mais grave : corre o risco de ser condenado a três anos de prisão, se as duas penas a que foi condenado em primeira instância se confirmarem após recurso, de acordo com a lei de imprensa de 9 de fevereiro de 1967, em função da qual foram abertos todos esses processos contra o jornalista.

Lúcio Flávio Pinto não foi o único a sofrer as conseqüências dessa lei. No dia 26 de outubro de 2005, José de Arimatéia Azevedo, Diretor do site Internet Portal AZ, de Teresina (Esatdo do Piauí, Nordeste) esteve detido durante 48 horas por « insulto e difamação » e « pressão no curso do...

Para ler a carta na íntegra, acessar: http://www1.uol.com.br/imprensa/

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h41
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Conheça os 44 finalistas do Prêmio Esso 2005

Da Redação

Depois de várias reuniões, que duraram de 14 a 18/11, no Rio de Janeiro, as comissões de seleção do Prêmio Esso de Jornalismo 2005 chegaram à lista dos finalistas. Destaque para a allTV que, segundo a Comissão de Telejornalismo, foi a Melhor Contribuição ao Telejornalismo 2005, “pelo ineditismo do modelo de jornalismo eletrônico baseado na sinergia entre vários elementos clássicos da comunicação, aliada à participação efetiva do espectador como co-gestor e parceiro de cada etapa da produção editorial”.

Segundo a organização do Prêmio, que vai distribuir R$ 115 mil, 25 profissionais dos maiores jornais e revistas do País fizeram parte da Comissão de Seleção dos trabalhos de mídia impressa, a mais numerosa reunida nesses 50 anos de existência do Prêmio Esso. Cabe a uma Comissão de Premiação escolher os trabalhos vencedores de jornais/revistas.

O Prêmio Esso de Fotografia terá 50 jurados que, pela Internet, vão indicar a foto vencedora.

Inscreveram-se 1027 trabalhos, dentre os quais 509 reportagens, série de reportagens ou artigos; 140 fotos; 167 trabalhos de criação gráfica em jornal, 90 trabalhos de criação gráfica em revista e 70 primeiras páginas de jornal; 35 trabalhos de telejornalismo e sete inscrições ao Prêmio de Melhor Contribuição à Imprensa. São, ao todo, 44 finalistas.

A festa de premiação, quando serão conhecidos os vencedores, está marcada para o dia 13/12, no Hotel Sofitel Rio Palace, no Rio.

Para conhcer a lista dos finalistas, acessar: http://www.comunique-se.com.br/

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 18h34
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Reportagem nova, com "gosto" de velha

Eleno Mendonça

Sabe aquela reportagem que você acaba de ler e acha já ter visto em algum ou alguns lugares? Pois é, são as pautas sazonais, as pautas recorrentes que acometem todo chefe de reportagem. O sujeito está lá fechando a pauta, olha para o lado e tem ainda uns dois repórteres para pautar. Pronto, lá vem a pauta da expectativa das compras de Natal, do nível de inadimplência, se vai ou não faltar pescado na Semana Santa. Agora mesmo é bom se preparar para uma avalanche de reportagens desse tipo, tendo o Natal como enfoque.

Primeiro virá a safra das expectativas de vendas, contratações de temporários, depois as do acompanhamento dessas vendas, em seguida a do movimento da véspera e do dia em si. Tudo isso, lógico, desemboca nas inevitáveis trocas de presentes, liquidação pós-Natal, queda sazonal na indústria etc. Quem não já fez, titulou e pautou dessa forma não entrou pra valer numa redação de economia. Eu mesmo fiz isso inúmeras vezes.

Acho que até por também ter feito parte disso tudo me sinto no direito de pedir maior criatividade. Lógico que é difícil, mas dá para tentar coisas novas, enfoques mais modernos, mais "lincados" ao pensamento e forma de vida das pessoas em pleno 2005. Falo isso porque nos últimos 15 dias tenho visto a presença de matérias sobre as expectativas de venda, o "Natal dos presentinhos" ou "lembrancinhas" com destaque muito grande. Acho que se poderia tentar, sempre que possível, fugir do lugar comum que essas datas permitem, para dar esse tipo de notícia com destaque menor e buscar algo mais exclusivo, mais de acordo com o que os leitores procuram.

É certo que não é tarefa fácil. Anos de cachimbo deixam a boca torta, mas de tempos em tempos é bom parar e dar uma reciclada. Depois de tanto tempo escrevendo, pautando, editando, há caminhos e fórmulas mais ou menos naturais e, por isso mesmo, convencionais. Cabe então a todos os profissionais buscarem saídas criativas, o algo mais que vai diferenciar a cobertura bem feita e em sintonia com o novo mercado leitor das demais publicações. Isso talvez faça uma pessoa preferir o jornal "A" ao "B". Dá para fazer? Dá, mas é bem mais trabalhoso.

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 18h30
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