| |
7 de abril
DIA DO JORNALISTA
Este BLOG deseja a todos os colegas jornalistas felicidades e sucessos sempre...
PARABÉNS...
Escrito por Sindjor/mt às 18h58
[]
[envie esta mensagem]
Comunicado da FENAJ
Para avanços sociais no Brasil também é preciso valorizar a profissão de jornalista
Vivemos um tempo em que o desenvolvimento de novas tecnologias e a Internet, entre outros, redundam em mudanças no Jornalismo e no fazer jornalístico. Mudanças que exigem do Jornalista Profissional constante aperfeiçoamento e maior responsabilidade no cumprimento de sua função para assegurar à sociedade o Direito à Informação.
Esta nova realidade não trouxe, porém, uma necessária contrapartida: a valorização dos trabalhadores em comunicação e, em especial, dos Jornalistas. Ao contrário, este novo tempo é marcado pela retirada de conquistas e direitos, precarização das relações e condições de trabalho, baixos salários e desemprego.
Os tempos mudaram, mas o apetite dos proprietários dos veículos de comunicação por mais lucros e menos custos continua o mesmo. Perdem os Jornalistas, que não vêem seu esforço recompensado, e perde a sociedade no seu direito à informação com qualidade. Por isso, reafirmamos a necessidade da luta permanente de nossa categoria por sua valorização profissional, e destacamos a importância das campanhas nacionais que a FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas desenvolvem.
A desvalorização de nossa profissão e de nossa função social não se dá apenas nos baixos salários e condições de trabalho. Há outras facetas, como tentativas de mudanças na legislação que rege nossa profissão e de derrubar a exigência de diploma de curso superior como requisito para o exercício profissional do Jornalismo. Não bastasse isso, enfrentamos, também, a pressão de alguns empresários para modificar o regime de contrato de profissionais para Pessoas Jurídicas (PJ) e burlar a legislação trabalhista.
Tudo isto evidencia a importância da vitória que os Jornalistas brasileiros obtiveram em outubro de 2005, no julgamento do TRF da 3ª Região. Mostra, ainda, a importância e atualidade dos esforços que a FENAJ, os Sindicatos de Jornalistas e a categoria empreendem para aprovar, no Congresso Nacional, projetos como o de atualização de nossa regulamentação – pronto para ser apreciado pelo plenário do Senado Federal.
Outra violência agride nossas consciências e nosso esforço de exercício da profissão com dignidade: os crescentes ataques à liberdade de imprensa no país. Ataques que se materializam em censuras patronais à nossa atividade nos locais de trabalho, agressões verbais e físicas de agentes públicos e privados descontentes com a cobertura jornalística de seus atos, e mesmo de autoridades policiais. Não raro, o cerceamento de nossas atividades tem motivações econômicas, políticas, sociais e morais.
Por isso sustentamos que não há democracia sem liberdade de imprensa e não há liberdade de imprensa sem liberdade, autonomia e condições dignas de trabalho para os jornalistas. E este é o motivo da pesquisa que iniciamos no ano passado e resultará num Relatório sobre Violências Contra os Jornalistas, que a FENAJ divulgará nos próximos dias. A denúncia é nossa arma contra os infratores que buscam impedir o exercício do Jornalismo como instrumento de afirmação da verdade e de propagação da igualdade e justiça social.
A estas lutas se soma a bandeira que empunhamos, juntamente com outros setores da sociedade, pela Democratização da Comunicação no Brasil. Infelizmente, além de ser um dos campeões em desigualdade social no planeta, nosso país é, também, um dos campeões em concentração da propriedade dos veículos de comunicação, de desestímulo e ataque a iniciativas democratizantes no setor, como o fortalecimento de rádios e TVs comunitárias e universitárias. Neste momento, os jornalistas brasileiros somam-se a diversos setores da sociedade civil que reivindicam o debate público e a participação na formulação de políticas para a digitalização das comunicações no Brasil. Para tanto nos contrapomos ao ritmo e métodos que o governo federal vem imprimindo a este tema de relevância estratégica para o desenvolvimento econômico, social, cultural e científico-tecnológico do país. A FENAJ propõe a imediata realização de consultas e audiências públicas sobre o Sistema Brasileiro de Rádio e TV Digital em todo o país.
Também na perspectiva da valorização profissional dos Jornalistas e com a proteção do direito da sociedade a uma informação de qualidade, a FENAJ, os Sindicatos de Jornalistas e entidades de nosso campo, como a SBPJOr e o FNPJ, prosseguem afirmando como centrais a formação acadêmica e a pesquisa em Jornalismo. Motivo pelo qual temos desenvolvido o esforço de trabalhar conjuntamente por uma constante avaliação e aperfeiçoamento dos cursos de comunicação Social/Jornalismo e por mais verbas para a educação. Porque queremos formar profissionais capacitados para melhor servir a sociedade.
Nesta perspectiva, a ética é outro elemento indissociável do exercício profissional do Jornalismo. Foi com os olhos voltados para isso que realizamos, recentemente, em Londrina, o Seminário Nacional sobre Ética no Jornalismo e que nos dispomos a revisar o Código de Ética dos Jornalistas no XXXII Congresso Nacional da categoria, a realizar-se em Ouro Preto (MG), em julho próximo, e que terá como tema a liberdade de imprensa e a democratização da comunicação.
Considerando a questão da ética profissional, o aperfeiçoamento da prática jornalística, a valorização profissional dos Jornalistas e o bem social que é a informação, reafirmamos a necessidade do Conselho Federal dos Jornalistas. Sua criação será retomada como prioridade no movimento nacional da categoria.
Assim, no ano em que comemoramos os 60 anos da FENAJ, este 7 de abril é especial. Congratulando-nos e homenageando os profissionais jornalistas, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e os Sindicatos de Jornalistas de todo o país alertam a sociedade brasileira: não avançaremos no processo de democratização do país sem democratização da comunicação, sem combater a mercantilização da informação e sem a necessária valorização e fortalecimento da profissão e do profissional jornalista.
Comprometidos com o interesse público, prosseguiremos com nossas lutas e convocamos a se incorporarem a elas todos aqueles que desejam transformações profundas na sociedade brasileira, com mais justiça e igualdade para todo o nosso povo.
FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas Sindicatos de Jornalistas 7 de abril de 2006 – Dia do Jornalista Brasileiro
Fonte: FENAJ
Escrito por Sindjor/mt às 18h55
[]
[envie esta mensagem]
| Calheiros priorizará PLC 79/04 na pauta de votações do Senado |
| |
O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB/AL), vai priorizar a inclusão do PLC 79/04 – que atualiza a regulamentação profissional dos jornalistas – na pauta de votações do Senado e vê com simpatia a proposta de audiências públicas sobre a digitalização das comunicações no Brasil. Ele expressou tais posições em audiência realizada na manhã desta quinta-feira (06/04) com representantes da FENAJ e Sindicatos de Jornalistas.
Na audiência, os representantes dos jornalistas brasileiros lembraram ao presidente do Senado que o PLC 79/04 já tem voto favorável do relator, senador Eduardo Azeredo (PSDB/MG) e da Comissão de Assuntos Sociais da casa. Disseram, também, que há uma expectativa muito grande da categoria com a aprovação deste projeto. Renan Calheiros informou que ainda há algumas medidas provisórias do governo federal trancando a pauta, mas comprometeu-se em priorizar a inclusão do PLC 79/04 na agenda de votações.
Quanto ao debate do sistema brasileiro de Rádio e TV Digital, os representantes dos jornalistas expressaram preocupação com o ritmo e métodos que o governo federal vem imprimindo ao tema. Criticaram que há exclusão da sociedade neste debate e reivindicaram a intervenção do Senado no processo. “Entendemos que o Senado tem um peso institucional e que pode dar uma efetiva contribuição na democratização do debate e das decisões”, disse o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, informando que os representantes dos jornalistas reivindicaram audiência pública no Senado sobre a digitalização. O presidente do Senado mostrou-se simpático à proposta.
Participaram da audiência, além do presidente da FENAJ, o vice-presidente da entidade e presidente do SJSP, Fred Ghedini, o membro da Comissão Nacional de Ética, Luiz Lanzetta, o presidente do SJRS, José Carlos Torves e o presidente do Clube de Imprensa de Brasília, Dorgil Marinho. |
Fonte: Fenaj
Escrito por Sindjor/mt às 18h53
[]
[envie esta mensagem]
Quais os principais desafios?
Da Redação (*)
Em comemoração ao Dia do Jornalista, o Comunique-se entrevistou dez profissionais de imprensa de diversas áreas e pediu para eles responderem a seguinte pergunta: QUAIS OS PRINCIPAIS DESAFIOS PARA ATUAR COMO JORNALISTA HOJE? (NOTA: Por falta de spaço, este Blog publica somente algumas entrevistas. Para ler todas acesse o site: http://www.comunique-se.com.br)
Confira a respostas:
Marcelo Beraba, ombudsman da Folha de S. Paulo
"A gente vive um período muito difícil para o trabalho pois não podemos enxergar a nossa atividade dissociada da sociedade. E o momento que vivemos hoje é de grandes transformações, provocadas por novas tecnologias e por mais acesso a informação.
O jornalista vive sob pressão de leitores, telespectadores mais bem informados. Pressão de governos e grupos econômicos que acham que podem manipular os meios de comunicação. Pressão entre os próprios meios por causa da concorrência. Fora os novos meios, que não sabemos ainda como serão consolidados, como é o caso da Internet, dos blogs. Esse conjunto de pressões faz parte da prática diária do jornalismo e exige do profissional um comprometimento muito forte com valores éticos, com a atualização, busca de conhecimento e aperfeiçoamento profissional permanente. Além de uma dose muito grande de humildade para entender essa situação complexa."
Pedro Martinelli, repórter-fotográfico
"Hoje o principal desafio é vencer o lugar comum. Nós estamos parados. A verdade é que para fazer um jornalismo melhor temos que colocar o pé na estrada. Temos que acabar com a burocratização. Hoje as pessoas fazem jornalismo na frente de um computador. A essência da nossa profissão é a estrada. O jornalista tem que tirar a bunda da cadeira e fazer reportagem.
Hoje é uma mesmice, de artigo, de editorial, de ponto de vista. Não temos mais reportagens. Ficamos só na cobertura burocrática de gabinete, pegando informação do assessor de imprensa, e pior, sem checar nada. Fora o corta e cola da Internet.
Na fotografia o jornal baixa foto da Web por R$ 40 porque não vale a pena investir em fotografia, custa caro. Temos que pagar um valor mais alto e pra sair disso vai ser difícil. Eu sou amargo nessas questões. Acho que o jornalismo acabou.”
Lilian Witte Fibe, âncora da UOL News
“A porta de entrada para a profissão é o apreço e o respeito pela gramática e a leitura metódica e disciplinada de jornais. Eu sinto na hora de procurar bons jornalistas do mercado, antes de tudo a falta desses dois pontos. É gritante a falta de entusiasmo e gosto pela leitura dos jornais.
Daí em diante há mais uma montanha de desafios como ética, dedicação. O jornalismo é uma profissão de tempo integral. Estamos em uma revolução da informação que jorra por todos os lados e quem não estiver informado vai ficar para trás. Este é o meu conselho para a geração que está entrando no mercado.”
Maurício Menezes, assessor de imprensa do TRE
"Fugir da matéria pronta da pauta pronta. Esse é o principal desafio que o jornalista precisa superar. Chega a ser crônico. Você vê casos em que a notícia chega e já é repercutida dali pra frente. Nem o profissional do concorrente se dá ao trabalho de checar a veracidade da informação. É você ter uma matéria que ela fica pronta num determinado jornal e os outros jornalistas encampam aquilo, passando a ser uma verdade. Com a agilidade da notícia, com a Internet, vejo isso acontecendo cada vez com mais freqüência."
Ricardo Medeiros, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná
“O maior desafio, hoje, é se adequar às novas tecnologias; nas redações ainda tem gente que resiste muito às novas formas de comunicação. O outro lado da moeda é que as empresas jornalísticas do PR também não ajudam nesse ponto: não oferecem oportunidades, como cursos de atualização, treinamentos dentro das redações, palestras e discussões sobre novas mídias. O jornalista, que ganha pouco e fica preso a uma redação ou assessoria praticamente o dia inteiro, tem que correr atrás da atualização por conta própria; isso torna o processo ainda mais lento e difícil.
Fonte: Comunique-se
NOTA: Este é apenas um trecho das entrevista
Escrito por Sindjor/mt às 18h50
[]
[envie esta mensagem]
Mudança de Rumo: Bob Fernandes agora na internet
Por Thaís Naldoni / Redação Portal IMPRENSA
O jornalista Bob Fernandes, ex-redator-chefe da CartaCapital, que deixou a publicação há pouco mais de um ano para dedicar-se a projetos particulares, está de volta às redações. Fernandes foi convidado para dirigir a revista Terra Magazine, publicação online do portal Terra, com lançamento previsto para o dia 17 deste mês. Esta será a primeira vez que o jornalista atuará em um veículo de internet.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h44
[]
[envie esta mensagem]
João Paulo Cunha: "A imprensa precisa entender que a opinião pública não é a opinião dos jornais"
Denise Moraes | Redação Portal Imprensa
O deputado federal e ex-presidente da Câmara de Deputados, João Paulo Cunha (PT-SP), discursou ontem na Câmara antes da votação de seu processo de cassação.
Seu discurso foi um festival de citações. Cunha citou os filósofos Aristóteles e Sócrates (quando falou da compatibilidade entre ética e política), o Padre Antonio Vieira ("A dor faz gritar, mas, se for muito forte, ela silencia") e até Raul Seixas (ao dizer que buscou coragem na figura paterna).
Após jurar inocência e alegar que não havia se manifestado antes em seu processo de cassação porque “lutar contra o poder da mídia é uma tarefa ingrata”, o petista reservou uns disparos para a imprensa.
“A imprensa precisa entender que a opinião pública não é a opinião dos jornais”, disse. Segundo ele, se isso não for entendido, daqui a pouco, o povo não elegerá mais; porque os jornais vão decidir a política do país.
“Os parlamentos de outros países têm sofrido os mesmos problemas que nós sofremos. Nós precisamos responder à sociedade, mas à sociedade, ao povo. O jornal cria uma tese, a sustenta como se fosse da opinião pública e cobra solução, sendo que a tese é dele!”, alegou.
Cunha ainda fez uma relação entre a imprensa de hoje e a imprensa de outras épocas. Mencionou embates históricos como república versus monarquia, abolição versus escravatura e Eduardo Gomes versus Getúlio Vargas, e o posicionamento tomado pela imprensa em cada um deles, e concluiu: “A imprensa antigamente tinha opção política. Hoje, se faz opção por determinada política, mas não se assume”.
Já os colegas deputados, cuja opinião não é pública (uma vez que votaram secretamente), absolveram Cunha da cassação.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h40
[]
[envie esta mensagem]
|
Senador quer ouvir Helena Chagas no caso Palocci
Da Redação
|
|
Segundo o ex-ministro Antonio Palocci, a jornalista Helena Chagas e o marido, o servidor da Câmara dos Deputados Bernardo Felipe Estellita Cruz, estão envolvidos na revelação da existência de depósitos bancários na conta do caseiro Francenildo Costa. O petista prestou depoimento à Polícia Federal na última terça-feira (04/04) e fez com que o corregedor geral do Senado, Romeu Tuma (PFL-SP) decidisse convidar os dois para serem ouvidos assim que retornarem de férias. Segundo o senador, o convite já foi entregue na residência do casal.
No relato de Palocci à PF, a jornalista de O Globo teria recebido a informação sobre o depósito na conta de Francenildo pelo jardineiro da casa dela, que conhece o caseiro. Leandro, o jardineiro, será ouvido também por Tuma, que pediu à Polícia Federal para localizá-lo.
O delegado Rodrigo Carneiro Gomes, que cuida do caso, ainda não decidiu se convoca Helena Chagas para depor.
Nossa redação tentou localizar Helena, que deve voltar de férias apenas no final da próxima semana.
A informação é do jornal O Dia (RJ).
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 18h37
[]
[envie esta mensagem]
| Entidades dos Jornalistas retomarão campanha em defesa do diploma |
| |
A exigência do diploma para o exercício do Jornalismo continua valendo. Ao contrário do que circulou pela Internet, a FENAJ esclarece que a liminar concedida recentemente pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) assegura momentaneamente, apenas a um precário da Paraíba, a manutenção de seu registro provisório. Na semana passada a Federação lançou nota sobre o caso. A entidade retomará a campanha em defesa do diploma e já mobilizou sua assessoria jurídica. Este foi um dos temas tratados na reunião do Conselho de Representantes da Federação, em Londrina.
O caso do precário Vanderlan Farias de Sousa, da Paraíba, gerou interpretações erradas sobre a conquista dos jornalistas com a decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que favoreceu os diplomados, em outubro de 2005. Segundo o vice-presidente da FENAJ e presidente do SJSP, Fred Ghedini, a confusão na interpretação do caso deve-se ao interesse dos precários de continuar no mercado e atende “aos interesses de empresas que são contra a manutenção da regulamentação da profissão”. Ele esclarece que a liminar do STJ não garante a todos os precários o exercício do jornalismo. “A decisão judicial é de caráter individual. Serve apenas para a pessoa que a solicitou junto ao Tribunal”, diz.
Já foram cancelados pelo Ministério do Trabalho e Delegacias Regionais do Trabalho (DRTs) 13.600 registros de precários, sendo 6.030 somente em São Paulo. O Conselho de Representantes dos Sindicatos de Jornalistas junto à FENAJ, que se reuniu em Londrina (PR), no dia 1º de abril, decidiu retomar a mobilização em defesa do diploma, reestruturando o Grupo de Trabalho e a campanha nacional sobre o tema.
Conselho de Representantes A reunião do Conselho de Representantes abriu no dia 31 de março e prosseguiu no dia 2 de abril, com a presença de conselheiros de 15 sindicatos de jornalistas do país. Além da aprovação das contas da FENAJ relativas a 2005, foi apresentada a previsão orçamentária da entidade para 2006. O presidente da Federação, Sérgio Murillo de Andrade apresentou um relatório das ações desenvolvidas no ano passado. Entre elas destacou a participação no Fórum Social Mundial (FSM), em Porto Alegre, o protagonismo da FENAJ na defesa da liberdade de imprensa, as lutas em defesa do diploma e contra a precarização das relações de trabalho , a luta pela democratização da comunicação, o movimento pelo Conselho Federal dos Jornalistas e as parcerias com entidades do campo do Jornalismo, como a SBPJor e FNPJ. |
Fonte: Fenaj
Escrito por Sindjor/mt às 18h07
[]
[envie esta mensagem]
| Presidenciáveis serão convidados para debater propostas com jornalistas |
| |
|
A FENAJ convidará os candidatos a presidência de República para entrevistas coletivas durante o XXXII Congresso Nacional da categoria, que acontece em Ouro Preto, de 5 a 9 de julho. Isto ficou definido em reunião ampliada de sua direção executiva, dia 2 de abril, em Londrina, quando foram discutidos aspectos organizativos e estruturais do evento. A filósofa Marilena Chauí é presença confirmada na abertura do Congresso.
O XXXII Congresso Nacional dos Jornalistas terá como tema a liberdade de imprensa e a democratização da comunicação e será um dos principais momentos comemorativos dos 60 anos da FENAJ. A comissão organizadora do evento é coordenada pelo 1º Secretário da FENAJ e presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Aloísio Lopes. Na reunião da Executiva da Federação, ele apresentou detalhes dos preparativos encaminhados até o momento. Nos próximos dias serão confirmadas as participações de outros convidados nacionais e estrangeiros.
Após o prazo das convenções partidárias, os candidatos à presidência da República serão convidados a participarem do XXXII Congresso Nacional dos Jornalistas. A proposta é de que os presidenciáveis compareçam ao Congresso em momentos diferenciados. Cada candidato terá um tempo inicial para discorrer sobre seu plano de governo para a área de comunicação e, depois, concederá uma coletiva. Todas as entrevistas serão disponibilizadas no site da entidade.
Fonte: Fenaj |
Escrito por Sindjor/mt às 18h04
[]
[envie esta mensagem]
Decisões da sessão plenária do 1º Seminário Nacional Ética no Jornalismo
Na sessão plenária que encerrou o 1º Seminário Nacional Ética no Jornalismo, foi apresentado o relatório do grupo de trabalho “Formação ética nas escolas de jornalismo do Brasil”. Uma das propostas é que o Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ) crie um Grupo de Trabalho permanente sobre ética. As propostas do grupo serão encdaminhadas para deliberação no 9º Encontro do FNPJ, que será realizado em Campos dos Goytacazes (RJ), de 28 a 30 de abril.
Quanto à revisão do Código de Ética do Jornalista, a plenária aprovou a criação de uma comissão para sistematizar as propostas apresentadas. Ela será composta pelos cinco integrantes da Comissão Nacional de Ética dos Jornalistas e por representantes dos sindicatos de jornalistas do Paraná, Pará e Minas Gerais – um por entidade.
As propostas de atualização do Código de Ética serão submetidas ao 32º Congresso Nacional de Jornalistas, que acontece em julho deste ano, em Ouro Preto.
Leia abaixo a íntegra da Carta de Londrina, divulgada ao final do Seminário.
CARTA DE LONDRINA
A sucessão de questionamentos sobre a conduta da mídia, em um momento de transformação política da sociedade e da natureza tecnológica dos meios de comunicação, torna inadiável a deflagração de um amplo debate que mobilize os jornalistas profissionais na busca de princípios que norteiem a informação no País. Os jornalistas brasileiros, reunidos em Londrina (PR), durante o I Seminário Nacional Ética no Jornalismo, realizado de 30 de março a 1º de abril de 2006, assumem o seu dever de conduzir e ampliar, com urgência, essa discussão.
“O acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade, que não pode ser impedido por nenhum tipo de interesse” é o que reza o artigo 1º do Código de Ética dos Jornalistas. Oferecer subsídios para a atualização deste Código, que completa 20 anos, foi um dos objetivos do Seminário. No entanto, tão importante quanto reavaliar nosso Código, é estimular o seu cumprimento efetivo.
Da mesma forma, os jornalistas brasileiros denunciam o poder econômico, a absurda concentração da mídia no Brasil, a censura e a violência que ameaçam a liberdade de imprensa e a própria democracia no País. A distorção, a manipulação e a deturpação dos fatos de interesse público iludem a sociedade e criam obstáculos ao pleno exercício da cidadania.
Nossa preocupação com a ética se estende à luta pela formação universitária específica para o exercício do Jornalismo, que oriente a correta utilização de métodos e técnicas de apuração e a consolidação da consciência crítica dos futuros profissionais.
Nesse sentido, reafirmamos nosso compromisso com o Jornalismo enquanto processo social que assegure ao público o direito ao discernimento, à autonomia e à liberdade de escolha. A criação do Conselho Federal dos Jornalistas consolida a nossa luta histórica em defesa de uma postura ética e dos valores que devem orientar a conduta responsável no Jornalismo para promover o respeito aos direitos individuais e coletivos em uma democracia.
Londrina, 1º de abril de 2006
Com colaboração de Máxima Comunicação - Assessoria de Imprensa
Fonte: Fenaj
Escrito por Sindjor/mt às 18h02
[]
[envie esta mensagem]
| Seminário de Londrina reafirma compromisso com jornalismo ético |
| |
Além de levantar propostas de alteração do Código de Ética do Jornalista, o 1º Seminário Nacional Ética no Jornalismo marcou a retomada da discussão sobre o Conselho Federal dos Jornalistas. Promovido pela FENAJ e Sindicato dos Jornalistas de Londrina, o evento reuniu, de 30 de março a 01 de abril, em Londrina-PR, 326 participantes. As principais conclusões do Seminário foram sintetizadas na Carta de Londrina ( leia íntegra no final).
No documento final do encontro, os jornalistas criticam “o poder econômico, a absurda concentração da mídia no Brasil, a censura e a violência que ameaçam a liberdade de imprensa e a própria democracia no País” . Também consideram que “a distorção, a manipulação e a deturpação dos fatos de interesse público iludem a sociedade e criam obstáculos ao pleno exercício da cidadania”.
O Seminário de Londrina reafirmou o compromisso dos profissionais com o Jornalismo “enquanto processo social que assegure ao público o direito ao discernimento, à autonomia e à liberdade de escolha”. O entendimento geral é que a criação do Conselho Federal dos Jornalistas consolida a luta da categoria “em defesa de uma postura ética e dos valores que devem orientar a conduta responsável no Jornalismo para promover o respeito aos direitos individuais e coletivos em uma democracia”.
Para o presidente da Comissão Nacional de Ética dos Jornalistas, Luiz Spada, o Seminário superou todas as expectativas “tanto no número de participantes quanto na qualidade dos painéis”. Spada considera que as discussões travadas no evento contribuirão bastante para a adequação do Código de Ética dos Jornalistas à nova realidade do exercício do Jornalismo, bastante alterada especialmente com a introdução de novas tecnologias. A presidente do Sindicato dos Jornalistas de Londrina, Raquel de Carvalho, também avalia que o evento foi muito produtivo. “Jornalistas, professores e estudantes puderam fazer uma reflexão do jornalismo de forma integral, já que a ética está essencialmente vinculada à profissão”, analisa Raquel.
Fonte: Fenaj |
Escrito por Sindjor/mt às 18h00
[]
[envie esta mensagem]
IMPRENSA na TV: "Briga entre RPs e jornalistas é inoportuna", diz Ricardo Viveiros
Denise Moraes | Redação Portal Imprensa
O entrevistado de hoje no IMPRENSA na TV foi o jornalista Ricardo Viveiros, dono da Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação. Viveiros tem 40 anos de experiência em jornalismo, sendo os 20 últimos na área de assessoria de comunicação.
Na entrevista cedida ao jornalista Rodrigo Manzano, ele disse que a crise política enfrentada pelo governo federal é também uma crise de comunicação. "A crise começou com a saída de Ricardo Kotscho da gestão de comunicação", explicou. viveiros ressaltou o caráter de comunicação da crise: segundo ele, um governo que sempre pregou a ética e a transparência não foi transparente o suficiente.
Para quem tem interesse na área de assessoria, ele deu algumas dicas preciosas. Como as faculdades não preparam bem assessores de imprensa, seu escritório tem um projeto que paga bolsa de estudo para 16 estudantes de jornalismo que fazem estágio na Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação e têm seus estudos custeados na universidade: desde a mensalidade até o material.
Viveiros acredita que a falta de mercado de trabalho para o jornalista permitiu que muitos assessores sem qualificação surgissem. "O escritório deles é uma pasta embaixo do braço", ironizou.
E sobre a famigerada disputa, entre jornalistas e RPs, ele foi específico: "Acha inoportuna a briga entre RPs e jornalistas. Eles poderiam trabalhar juntos, de forma integrada", resumiu.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h47
[]
[envie esta mensagem]
Demissões: Rede TV! demite 80 funcionários e cancela programas
Por Thaís Naldoni / Redação Portal IMPRENSA
A tarde de ontem (03/04) foi marcada por cancelamentos e demissões na Rede TV!. Segundo fontes internas, cerca de 80 profissionais entre jornalistas, diretores, produtores e cenógrafos perderam seus empregos. O motivo de tal corte seria as adequações financeiras e reformulação na grade de programação.
Entre os programas extintos, está o “Notícias do Brasil”, programa matutino, comandado pelos jornalistas Ney Gonçalves Dias e José Carlos Bernardi. Há a possibilidade de que ambos deixem a emissora. Além do jornalístico, o “Programa do Jacaré” e o “Vila Maluca” também foram encerrados.
De acordo com o site “O Fuxico”, as demissões pegaram os funcionários de surpresa e o clima na emissora de Alphaville é pesado. O “Vila Maluca”, por exemplo, estreou cenário novo na semana passada.
Pânico na TV O dominical “Pânico na TV” também sofreu uma baixa. Sabrina Sato não faz mais parte da atração. Uma decisão judicial impediu que o programa fosse exibido antes das 20h e embargou o quadro em que Sabrina aparecia com modelos vestidas de lingerie e simulava a morte de “Marlene”. Na tarde de ontem, Sabrina Sato já não apresentou o programa “Pânico”, na Jovem Pan.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h45
[]
[envie esta mensagem]
Novidade: Maria Lydia comanda debate no “Em Questão”, pela TV Gazeta
Redação Portal IMPRENSA
Estréia nesta sexta-feira (07/04), a partir das 23h, o programa “Em Questão”, veiculado pela Rede Gazeta e ancorado por Maria Lydia Flandoli. O objetivo do programa é receber representantes de todas as instâncias do Poder, além de personalidades de expressão da sociedade, para que possam analisar temas atuais e polêmicos, não se limitando apenas aos temas políticos.
De acordo com Maria Lydia, um espaço democrático para debates é de fundamental importância, principalmente em um ano eleitoral. “Nossa proposta é a reflexão sobre os caminhos para a superação dos problemas, a conquista de metas e a defesa das instituições. A troca de idéias remete ao discernimento e ao entendimento das questões fundamentais do País”, diz a jornalista.
Para mais informações, basta entrar em contato com Mauricio Guedes (mauricio@artpresse.com.br) e Carolina Mayumi (carolina@artpresse.com.br).
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h42
[]
[envie esta mensagem]
Retorno: Ricardo Kotscho volta para as redações
Por Thaís Naldoni / Redação Portal IMPRENSA
O jornalista Ricardo Kotscho acertou, nesta semana, seu retorno às redações. Kotscho fará matérias especiais, que serão publicadas mensalmente no jornal O Globo. “No jornal vou fazer uma reportagem por mês na linha “cenas brasileiras” mostrando como vive o povo brasileiro em lugares que não aparecem na mídia”, conta.
Para este projeto, o jornalista conta a parceria do fotógrafo Hélio Campos Mello que, recentemente, deixou a Diretoria de Redação da revista IstoÉ. “Vamos reviver a parceria que fizemos nos anos 70, no início da revista”, comemora. Segundo Kotscho, a primeira matéria – que deverá sair já neste mês - irá retratar um povoado do interior de Goiás e outro do litoral da Bahia.
No entanto, os novos projetos de Kotscho não param por aí. Além do jornal O Globo, o jornalista também dará consultoria para a TV Globo no projeto “Globo e Universidade”. “Este projeto pretende funcionar como uma ponte entre a emissora e as faculdades de comunicação”, finaliza.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h40
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|