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Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso
 

Repulsa: 3,2 milhões fogem da propaganda política em SP

Redação Portal IMPRENSA


Pelo menos 3,2 milhões de pessoas na Grande São Paulo deixaram de assistir à TV aberta entre 20h30 e 21h20 nos dois primeiros dias de horário eleitoral, informa a Folha de S.Paulo. Segundo o jornal, cerca de 45% dessa população simplesmente desligou a TV. O restante manteve a TV ligada, mas não em canais abertos provavelmente, em DVDs, videogames e TV paga.
Na terça-feira anterior à da estréia da propaganda política, dia 8, 72% dos televisores da Grande SP estavam ligados entre 20h30 e 21h20. Na última terça, com o horário eleitoral, esse índice caiu para 59%. Ou seja, 13% do total de televisores da Grande SP, que representam cerca de 1,4 milhão de telespectadores, foram desligados.
Dos 59% dos televisores ligados, só 43% sintonizaram no horário eleitoral. Isso quer dizer que 16% de todas as residências da Grande SP mantiveram suas TVs ligadas, mas em outras mídias (DVD, videogames, etc.). Esses 16 pontos percentuais representam 880 mil domicílios. Como no horário nobre é razoável calcular dois telespectadores por domicílio, isso quer dizer que mais 1,8 milhão de pessoas não viram a propaganda eleitoral, embora tenham usado o televisor.
Anteontem, os números repetiram os de terça. A novela das oito da Globo, "Páginas da Vida", diferentemente dos programas das outras TVs exibidos depois do horário eleitoral, vem mantendo a mesma audiência da semana anterior.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 10h59
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C-se Cases: Quando a comunicação abre alas

Da Redação

Vicente Dattoli, assessor de imprensa da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, apresentará no 1º. Comunique-se Cases – Comunicação Corporativa o painel “Ô abram alas que eu quero passar!”. Relatando como o assédio da imprensa na avenida do samba muitas vezes chegou a atrapalhar a evolução dos desfiles, Dattoli abordará o difícil trabalho do assessor, nesses casos: ao mesmo tempo, “liberar a área” sem, no entanto, afugentar os jornalistas.

Trabalhando na liga desde 2000, ele desenvolveu um plano de comunicação que conscientizasse os profissionais da informação sobre a importância de não dificultar o andamento da maior festa popular do planeta. Mas o trabalho não fica restrito a isso.

Dattoli coordena toda a comunicação institucional da entidade e é responsável pelo credenciamento da imprensa nacional e estrangeira, que vem cobrir o espetáculo todos os anos. No 1º. Comunique-se Cases, ele vai contar os segredos de um trabalho de bastidor que dá samba!

Serviço
:: 1º. Comunique-se Cases – Comunicação Corporativa

:: Palestrantes: Tânia Magalhães (Oracle do Brasil), Doro Jr. (ZDL Comunicação),  Maurício Bacellar (Coca Cola Brasil), Paulo Clemen (Casa do Cliente Comunicação 360º), Marco Siqueira (FEBEM-SP), Sidnei Basile (Editora Abril), Lima de Amorim (especialista em gestão de comunicação de crise), Helena Duncan (XPRESS, com case do Click21), Vicente Dattoli (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), Ingrid Rauscher (ADS Comunicações, com case da Illy), Fernando Thompson (Cia. Vale do Rio Doce).

:: Período: 24 e 25/08

:: Horários: 8h30 a 18h10

:: Local: Hotel Crowne Plaza
   Rua Frei Caneca, 1360
   São Paulo - SP - Brasil
   CEP 01307-002
   Telefone: (11) 4501-8000
   Fax: (11) 3253-5665

As inscrições, que podem ser pagas com cartão de crédito Visa ou boletos bancários, obedecem à seguinte tabela de valores :
:: 3 x R$ 195,00; ou
:: 2 x R$ 292,50; ou
:: 1 x R$ 585,00

Para fazer inscrições utilize uma das opções:
:: Via internet: http://www.escoladecomunicacao.com.br/inscricao/
:: Pelo telefone (11) 3897-0860

São oferecidos os seguintes descontos para grupos de participantes:
:: 2 pessoas: 8% para cada participante
:: 3 pessoas: 10% para cada participante
:: 4 pessoas: 12% para cada participante
:: 5 a 10 pessoas: 15% para cada participante
:: Mais de 10 pessoas: 18% para cada participante

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail cursos@comunique-se.com.br.

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 10h59
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Nota conjunta

Entidades de jornalistas, reunidas em SP, denunciam caos na segurança pública
 
Entidades representativas de diversos setores da comunicação social reuniram-se no dia 15/08 no Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo para debater a questão da insegurança social que
acaba de atingir gravemente a liberdade do exercício profissional dos jornalistas, com o seqüestro do repórter Guilherme Portanova e do radialista Alexandre Calado, da TV Globo - SP, no último dia 12. Ao condenar o ato de violência cometido por organização criminosa que há meses, em repetidas ações, vem afrontando o poder público, as entidades afirmam que o Estado se mostra incapaz de cumprir suas funções de garantir a segurança dos cidadãos. As entidades chamam a atenção para a situação de insegurança que atinge de modo indiscriminado a todos os cidadãos - e não apenas aos jornalistas.
As entidades presentes, assim como outros segmentos representativos da Comunicação Social, exigem a completa apuração do fato e a condenação dos culpados. Conclamam também a sociedade a se organizar no sentido de exigir do poder público medidas efetivas para o estabelecimento de uma política nacional de segurança, unindo esforços para superar este quadro de intranqüilidade, preservando-se os direitos de cidadania, ou seja, atuando no estrito campo democrático.
Esta postura não se deve ao fato, certamente muito grave, que profissionais de imprensa tenham sido alvo de uma ação criminosa, mas sim de reconhecer que é necessária uma mudança de postura do governo e da sociedade diante da escalada da violência.
Uma política de segurança não pode ser implementada sem a adoção de medidas que impliquem em profundas mudanças no sistema carcerário do País, a começar pelas condições vergonhosas em que são mantidos centenas de milhares de presos, em estabelecimentos superlotados. Essa situação, sem dúvida, atenta contra os direitos humanos, constitui um verdadeiro caldo de cultura para o crescimento das organizações criminosas que operam dentro dos presídios, aproveitando a revolta de presos primários que, sem outras perspectivas, terminam engrossando as fileiras do crime organizado.
Uma verdadeira política de segurança não pode desconhecer as raízes históricas da violência e da exclusão no Brasil. Visando a superação deste quadro, é condição necessária para a construção de uma política pública, o entendimento de que o combate ao crime não se resume à simples repressão policial, que muitas vezes atinge cidadãos inocentes, principalmente dos setores mais pobres da população. Tampouco a situação será resolvida apenas com a construção de mais presídios ou o aumento do contingente policial. Tornam-se necessárias medidas de longo prazo visando a busca do pleno emprego e um forte investimento em educação e cultura, assim como o estabelecimento de condições dignas de vida.
Às camadas oprimidas devem ser assegurados os direitos sociais e criados canais para sua expressão, sob pena de excluirmos grande contingente da população do pleno acesso à cidadania. Neste aspecto,
as empresas e os profissionais da mídia têm um papel estratégico. O direito à informação deve ser preservado, uma vez que ele é fundamental para a superação da insegurança social. Mas a ausência ou a omissão de informação podem ser tão nefastas quanto a veiculação de informações sensacionalistas e distorcidas. É preciso que se atente às distorções da programação policial de televisão e de rádio, que, em nome do combate ao crime, não faz mais do que promover a violência.
Os meios de comunicação, assim como os profissionais que neles atuam, têm o dever de informar ao cidadão com ética e responsabilidade social.
Cabe ao poder público e também às empresas do setor, garantir o livre exercício da profissão aos jornalistas e aos comunicadores em geral e oferecer condições adequadas para que estes possam executar seu trabalho em segurança.

Assinam a nota as seguintes entidades:

ABI - Associação Brasileira de Imprensa
Abraji -Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo
ACB - Associação dos Cartunistas do Brasil
ACE - Associação dos Correspondentes Estrangeiros em São Paulo Ajaesp - Associação dos Jornalistas Profissionais Aposentados no Estado de São Paulo
API - Associação Paulista de Imprensa
Apijor - Associação de Propriedade Intelectual do Jornalista
Arfoc - Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos-SP
Asib - Associação da Imprensa Italiana no Brasil
Fenaj - Federação Nacional dos Jornalistas
SJSP - Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo
 
Fonte: Fenaj


Escrito por Sindjor/mt às 10h56
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Seqüestro do repórter:

Band é única emissora a não exibir manifesto contra a violência

Redação Portal IMPRENSA


Ontem, nas primeiras páginas de Folha de S.Paulo e O Estado de São Paulo o leitor encontrou um manifesto, batizado de "Basta à Violência", que ilustrava a reação das entidades representativas de TVs, jornais e revistas à violência proveniente de organizações criminosas e ao seqüestro de dois profissionais da Globo.

As emissoras de TV também entraram no movimento e todas – exceto a Band – leram o manifesto dois minutos antes do início do Horário Eleitoral de anteontem. Segundo informa o colunista Daniel Castro, da Folha, a emissora dos Saad alega não ter exibido o manifesto por não “endossar” a decisão na Globo de exibir o vídeo, enquanto o repórter era mantido como refém. c Em vez do manifesto, a Band divulgou um editorial, dentro do “Jornal da Band”, alegando que "um precedente perigoso foi aberto quando a Rede Globo decidiu atender à exigência de seqüestradores e divulgar de imediato um vídeo enviado por eles”. E disse ainda: “Na Colômbia, o descalabro começou assim. O lado dos bandidos não deve ser tratado como Estado paralelo. Isso só reforça esse poder criminoso, que, ao se realimentar, volta sempre mais forte e ousado. São decisões -que mesmo bem intencionadas e compreensíveis do ponto de vista humano- abrem caminho para aprofundar ainda mais a tragédia em que se transformou a questão da segurança no país".

Vale lembrar que a Abra (Associação Brasileira de Radiodifusão), associação da qual a Band faz parte, assinou o manifesto "Basta à Violência", juntamente com ANJ (Associação Nacional dos Jornais), Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas), Abert e Associação Brasileira de Radiodifusão.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 10h53
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Eleições 2006:

Debate na Band conta com a presença de 120 jornalistas

Por Thaís Naldoni/Redação Portal IMPRENSA



Na noite de ontem (14/08), a Band realizou o primeiro debate entre os candidatos à presidência da República, nas eleições deste ano. A ausência mais sentida foi a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT.

O debate entre Geraldo Alckmin, Luciano Bivar, Cristovam Buarque, José Maria Eymael e Heloisa Helena contou a presença de 120 jornalistas credenciados. A Band caprichou na cobertura, mobilizando seus repórteres para entradas ao vivo cada vez que um dos candidatos chegava à emissora.

Os apresentadores do "Saca Rolha" - da Play TV - Lobão, Marcelo Tas e Mariana Weickert aproveitaram a ocasião para gravar entrevistas com os candidatos para o programa.

Otávio Mesquita, apresentador do programa “A Noite É Uma Criança” também aproveitou o debate para municiar sua atração. Umas de suas entrevistadas foi a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h20
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Auto-defesa:

Jornalistas da TV Globo receberão treinamento para situações de risco

Redação Portal Imprensa


Em nota sobre a libertação do repórter Guilherme Portanova, divulgada ontem pela Globo, o Insi (Instituto Internacional de Segurança para a Imprensa) informou que vai organizar em novembro, no Rio, um treinamento de situações de risco para 50 repórteres da TV Globo e outras empresas de mídia.

Com duração de dois dias, o curso não tem relação com o sequestro. A negociação foi feita no ano passado entre o instituto e o Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro. O Insi já treinou 512 jornalistas em 11 países, entre eles, Venezuela e Colômbia.

Na nota, a entidade sugere que as empresas jornalísticas do Brasil tomem medidas preventivas "para evitar ataques que não só põem em perigo a vida de jornalistas, como restringem a liberdade de expressão".

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h18
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Charge Publicada no Site: Observatório da Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 18h16
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Globo Online entra na era 2.0

Mario Lima Cavalcanti (*)

Na última semana, o Globo Online exibiu durante todos os dias uma animação em flash mostrando trabalhadores fazendo uma reforma na primeira página do site e uma placa que, em contagem regressiva, dizia: "Faltam N dias para a estréia do novo portal O Globo Online". No dia da estréia, ou seja, no último sábado, 12 de agosto, uma nova animação mostrava uma banda musical caminhando pela mesma página principal tocando uma música e anunciando "Não perca hoje a estréia do novo portal O Globo Online". A versão impressa do mesmo dia também fazia a sua parte, exibindo um anúncio similar. Tanto barulho não foi em vão. A nova versão do Globo Online - a quinta grande reforma realizada pelo portal - é uma entrada de gala na era da Web 2.0.

A primeira coisa que o leitor notará é a cara mais encorpada. Com uma largura maior, o portal, que completou dez anos no último dia 29 de julho, fez uma reformulação na estrutura de navegação e soube aproveitar o espaço. Segundo notícia no jornal O Globo, tal reforma gráfica foi "fruto de um trabalho de dois anos, que incluiu estudos de usabilidade, consultorias e visitas a alguns dos mais importantes sites de notícias do mundo". As mudanças, no entanto, não param no layout. O portal agora aposta mais em elementos multimídia, regionalização do conteúdo e participação dos leitores. E é aí que a coisa começa a ficar boa.

Multimídia

No que diz respeito a conteúdo multimídia, o Globo Online abraça tudo que um jornal virtual pede: galerias de fotos, podcasts, vídeos complementando notícias etc. A seção "Hoje em foto" agrega as melhores imagens do dia, feitas por fotógrafos dos jornais O Globo, Diário de S. Paulo e Extra e de agências de notícias internacionais. Uma página especial também foi criada para reunir todo esse conteúdo multimídia. Os podcasts ganham um espacinho no menu principal do site, no topo da primeira página. O jornal agora possui uma nova ilha de edição na redação que permite com facilidade a geração de podcasts de boletins de notícia e programas de áudio. Repórteres e editores do jornal passaram por um treinamento de produção e edição de áudio e vídeo.

Regionalização do conteúdo

É um ponto forte do Globo Online. Agora, o portal possui três versões: uma que destaca notícias do Rio, uma para São Paulo e uma nacional. Logo na página principal, o leitor pode escolhe qual versão quer ler, podendo a qualquer momento de alternar entre elas. É para onde grandes jornais podem caminhar. No mínimo, uma versão natal (com conteúdo sobre o estado onde foi criado) e uma versão nacional devem ser pensadas. O Globo, que possui poder de fogo suficiente para isso, soube aproveitar a questão da regionalização.

Jornalismo participativo

A aposta no jornalismo colaborativo fica a cargo da seção Eu-Repórter, que passa a agregar notícias produzidas pelos leitores. No novo serviço, qualquer usuário cadastrado pode enviar textos, fotos, áudios e vídeos com notícias para os editores do site, que, por suas vezes, analisarão o conteúdo. Além de reunidas na seção, as informações produzidas pelos leitores podem figurar em editorias relacionadas a seus temas, sempre com a marca Eu-Repórter (para identificar que foram produzidas por usuários). Uma excelente sacada e um grande estimulo para a participação do leitor.

Versão digital

Obrigatória para jornais online já há alguns anos. No caso do Globo, foi produzida com maestria. O portal reúne na seção O Globo Digital (requer cadastro) nada mais nada menos que todos os cadernos, suplementos e a revista de domingo em edições digitais idênticas ao impresso. Em se tratando de publicidade, o jornal fez uma coisa curiosa: os anúncios podem ser clicáveis, possibilitando que o leitor vá direto para o site do produto ou serviço dos anunciantes. Bom para eles. Mas, como dizem por aí, tudo que é bom, dura pouco. A gigantesca edição digital está aberta por tempo limitado. Em alguns meses o jornal começará a cobrar pelo acesso a ela.

Considerações finais

Vale uma navegação com calma para prestar atenção em outros pontos que não destaquei aqui, como as versões RSS (muito bem organizadas) e os blogs do jornal, que também passam a ter um espaço fixo na página principal.

Em termos de apresentação de informações, gostei muito da nova versão. Posso dizer inclusive que foi uma das coisas mais bacanas que eu já vi em termos de jornalismo online brasileiro. Como disse Bruno Rodrigues em um post no Ponto JOL, "simplesmente uma obra-prima". Parabéns à editora-chefe do Globo Online, a ilustre Joyce Jane, e a toda a sua equipe. Até a próxima!



Escrito por Sindjor/mt às 10h59
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Mudanças:

SBT anuncia reformulação da grade; Kajuru e Ratinho saem do ar

Por Thaís Naldoni/Redação Portal IMPRENSA



Na tarde de hoje (14/08), o SBT divulgou novas mudanças em sua grade de programação. Com elas, saem do ar o “Programa do Ratinho”, de Carlos Massa, e o “Jogo Duro”, de Jorge Kajuru. A decisão foi do Conselho Executivo do SBT.

Em nota, a emissora informa que no caso de Ratinho, produtores e diretor se dedicarão exclusivamente à preparação de um novo programa, previsto para estrear em setembro. Já Kajuru, sai da grade por tempo indeterminado.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 10h51
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FENAJ condena seqüestro de profissionais do jornalismo e alerta para a gravidade do ato

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), entidade representativa dos jornalistas brasileiros, vem a público condenar veementemente o seqüestro da equipe da Rede Globo, formada pelo repórter Guilherme Portanova e pelo auxiliar técnico Alexandre Coelho Calado, e alertar a sociedade brasileira para a gravidade de situações como esta que colocam em risco a atividade jornalística no país.

O seqüestro é um crime hediondo e, portanto, injustificável em qualquer situação. Neste caso específico é ainda mais repudiável por se tratar de uma ação contra dois trabalhadores no exercício de suas funções profissionais com o objetivo de impor uma exigência à empresa empregadora.

A história internacional recente mostra que a organização do crime gera ataques diretos aos agentes do Estado e aos jornalistas e empresas jornalísticas. Os casos da Itália, nos anos setenta e oitenta, e recentemente na Colômbia, nas décadas de oitenta e noventa, demonstram o perigo que paira sobre as instituições nacionais quando o crime assume uma configuração orgânica. Por outro lado, sinaliza para a urgente revisão das políticas de segurança e carcerárias em curso no país. A retórica de reduzir as políticas públicas de segurança à repressão e a incapacidade do estado - sucateado por anos de políticas neoliberais - responder à altura da crise produziram uma situação limite que precisa ser pensada na sua complexidade por toda a sociedade.

Até que políticas sociais retirem o país da vergonhosa situação de campeão mundial de concentração de renda e conseqüente campeão de desemprego, até desenvolvermos patamares mínimos de cidadania, a imprensa - e os jornalistas em especial - passam a ser objetos possíveis de ataques como o ocorrido no final de semana. Assim, garantir a segurança dos funcionários é uma obrigação das empresas e uma necessidade dos trabalhadores e das suas entidades de classe.

A FENAJ aprova publicamente a atitude da Rede Globo de atender as exigências dos seqüestradores para garantir a vida de seus funcionários. Para nós, a ação da Rede Globo não configura qualquer submissão a grupos criminosos, mas sim um ato de valorização da vida humana.

Como entidade representativa dos jornalistas, a Federação reitera a exigência às empresas de comunicação de valorização profissional e das relações de trabalho e linhas editoriais realmente voltadas ao interesse público como forma de garantirmos o exercício seguro e responsável do jornalismo.

Por fim, como os milhões de brasileiros que se indignam com a violência, pedimos uma ação enérgica e eficaz dos governantes para que tenhamos mais justiça social, efetivas políticas públicas de segurança e conseqüentemente, menos violência em nosso país.


Diretoria da FENAJ
Brasília, 14 de agosto de 2006

 



Escrito por Sindjor/mt às 10h48
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TERROR ATACA A MÍDIA

Globo agiu bem mas democracia foi golpeada

Por Alberto Dines e Mauro Malin em 14/8/2006

A TV Globo agiu corretamente ao atender logo às exigências dos seqüestradores do seu repórter. E o fez não apenas porque essa foi a opinião dos especialistas internacionais em segurança, mas porque assim o recomendam o bom-senso, a solidariedade com um profissional agredido e o antecedentes no episódio Tim Lopes. Convém não esquecer que o repórter Tim Lopes foi aprisionado e assassinado pelos narcotraficantes cariocas e dias depois a emissora era injustamente acusada de descaso com a segurança do seu funcionário.

A TV Globo aparentemente não ouviu a polícia nem o governo de São Paulo e muito menos o governo federal. Também fez muito bem. De nada adiantaria ouvi-los já que as três partes até agora demonstraram absoluta incompetência e total ausência de espírito público para enfrentar os narcoterroristas do PCC e assegurar um mínimo de tranqüilidade aos cidadãos.

O manifesto dos bandidos é uma peça cínica, politicamente primária e tosca. Como todos os bandos terroristas, seus redatores procuraram inventar pretextos humanitários esquecidos das suas ações desumanas e bárbaras contra civis. Os próprios fatos desmentiram no domingo (13/8) os publicistas do PCC: quatro ônibus foram incendiados à noite numa garagem de São Paulo e 32 presos em liberdade temporária voltaram a cometer crimes no próprio Dia dos Pais.

O ataque dos narcoterroristas a jornalistas é a forma mais abjeta de intimidação, ameaça ostensiva aos fundamentos do Estado de Direito, tentativa de golpear uma democracia alcançada justamente graças ao destemor dos profissionais de imprensa.

***

Globo agiu corretamente

Transcrição do programa radiofônico do OI de 14/8/2006, edição e apresentação de Mauro Malin

Felizmente o repórter Guilherme Portanova foi libertado pelos seqüestradores do PCC no início desta madrugada, depois que um resumo da mensagem dos bandidos foi divulgado no Fantástico.

Na opinião de Alberto Dines, a TV Globo agiu corretamente ao atender logo as exigências dos seqüestradores de seu repórter. E o fez não apenas porque essa foi a opinião dos especialistas internacionais, mas porque assim o recomendavam o bom-senso, a solidariedade com o profissional agredido e os antecedentes no episódio Tim Lopes.

Dines diz ainda que a TV Globo aparentemente não ouviu a polícia, nem o governo de São Paulo, muito menos o governo federal. Também fez muito bem. De nada adiantaria ouvi-los, já que as três partes até agora demonstraram absoluta incompetência e total ausência de espírito público para enfrentar os narcoterroristas do PCC e assegurar um mínimo de tranqüilidade à cidadania.

O manifesto dos bandidos, comenta Alberto Dines, é uma peça cínica, politicamente primária e tosca. Como todos os bandos terroristas, os redatores procuram inventar pretextos humanitários, esquecidos de suas ações desumanas e bárbaras. Os próprios fatos desmentiram ontem mesmo os publicistas do PCC. Quatro ônibus incendiados à noite numa garagem de São Paulo e os 32 presos em saída temporária que voltaram a cometer crimes no próprio Dia dos Pais, aponta Alberto Dines.

Democracia golpeada

A vida do repórter foi preservada, mas a democracia brasileira sofreu um golpe terrível. Agravado pelo fato de que, durante as 18 horas em que Portanova ficou prisioneiro dos bandidos, nenhuma autoridade se solidarizou de público com a emissora, com a família, com os jornalistas ou com a população brasileira. Um episódio de dupla covardia política: a dos bandidos e a das autoridades que se omitiram.

Abriu-se um precedente cujas conseqüências ainda é impossível avaliar. E as raízes do problema permanecem intocadas.

Raízes omitidas

Tanto na televisão, anteontem e ontem, como nos jornais, hoje, os principais fatores que facilitaram a escalada criminosa são omitidos. Em primeiro lugar, a inexistência de políticas que promovam efetivo crescimento do emprego e uma diminuição da desigualdade de renda. Em segundo lugar, falta educação de qualidade. Em terceiro lugar, os governos não tratam de saneamento básico e de uma verdadeira política habitacional. Em quarto lugar, recuperação da Polícia, que é ineficaz e parcialmente corrupta, integração entre órgãos de prevenção, repressão e investigação da criminalidade; combate mais efetivo ao tráfico de armas, que depende em parte das Forças Armadas; mudanças no funcionamento medieval da Justiça e nas leis penais, a rediscussão da questão das drogas e, sobretudo, uma radical intervenção no sistema prisional brasileiro. Em quinto lugar, mas não menos importante, a mídia precisa repensar completamente a maneira como cobre a criminalidade violenta e o trabalho da Polícia.

Horário nobre

O PCC não se contentou com a divulgação feita no início da madrugada de domingo, apenas para o estado de São Paulo, logo após a libertação do auxiliar técnico Alexandre Calado. As exigências dos seqüestradores foram sintetizadas pela Globo na abertura do Fantástico, em rede nacional. Após um longo bloco de explicações da emissora, o apresentador Zeca Camargo disse: "A Rede Globo espera que o repórter Guilherme Portanova seja libertado".

O acordo foi respeitado, e o repórter devolvido, felizmente, mas o principal meio de comunicação do país, miseravelmente órfão de ajuda oficial competente, ficou de joelhos. Isso coloca problemas sérios para a cobertura jornalística. Como teriam colocado uma recusa e o assassinato do jornalista. Não há caminho fácil nesse terreno.

Em 1969, não eram bandidos

O deputado Fernando Gabeira, que era jornalista quando participou do seqüestro do embaixador americano Charles Elbrick em 1969, condena todos os seqüestros mas recusa comparação com o de quase quarenta anos atrás. No Estadão de hoje [segunda, 14/8], Gabeira diz: "Nós não éramos bandidos". E reconhece o erro político daquela época, que a mídia costuma glamourizar em tantas recapitulações históricas ineptas, feitas por pessoas que não viveram aqueles episódios nem são capazes de consultar quem conhece o assunto.

Fonte: Observatório da Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 12h01
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O disparate que a Globo fez bem em ignorar

Postado por Luiz Weis em 14/8/2006 às 9:40:00 AM

 

"A Folha apurou", como o jornal costuma escrever quando tem uma notícia provavelmente exclusiva, que o secretário de Segurança de São Paulo, Saulo de Castro, tentou evitar que a Rede Globo levasse ao ar o vídeo cuja exibição o PCC havia exigido em troca da liberação do repórter da emissora, Guilherme Portanova, sequestrado na manhã de sábado. O repórter foi solto no começo da madrugada de hoje.

O furo da Folha era o que faltava – se é que ainda faltava algo – para cobrir de razão todos quantos acham que já passou da hora de o governador Cláudio Lembo nomear um secretário de Segurança que pense antes de falar. Ou simplesmente pense.

Os jornais de hoje trazem uma pá de depoimentos sobre a decisão da Globo de atender à exigência dos sequestradores. Tirando alguns delegados – subordinados de Saulo, portanto – todos defenderam a decisão da Globo.

Guaracy Mingardi, o respeitado diretor-científico do Ilunad, instituto da ONU que estuda a violência, resumiu o problema numa pergunta singela: "E se a TV não mostra as imagens e ele morre?"

Policiais civis, segundo o Estado, dizem que a emissora "cedeu rápido". Deveria ter negociado com os sequestradores, como se o preço do resgate fosse dinheiro.

Não foi, por sinal, o que a Globo ouviu de entidades internacionais especializadas em segurança jornalística e gestão de riscos, consultadas antes da decisão.

Ah, mas isso vai criar um precedente, argumenta a linha-dura, também conhecida como linha-burra, para a qual pimenta no olho dos outros é refresco.

De fato, em princípio "nada impede que outro jornalista seja sequestrado toda vez que o PCC quiser transmitir uma mensagem", observa Guaracy. Mas é para evitar isso que existem, ou devem existir, polícias capazes de combater o terrorismo do crime organizado – em vez de demonstrar "muita retórica e pouca efetividade", como faz dia sim, o outro também, o secretário Saulo.

O compromisso básico de um órgão de imprensa, especialmente em situações como essa, é com a vida dos seus jornalistas.

Jornalismo é uma profissão de risco. Mas o repórter Guilherme Portanova não foi sequestrado ao cobrir um confronto armado, mas quando tomava café numa padaria.

É absurdo, portanto, querer que a mídia faça o que a polícia não consegue fazer.

Fonte:Observatório da Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h58
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Alívio: Após 40 horas, PCC liberta repórter da Globo

Redação Portal Imprensa



O repórter da Globo Guilherme Portanova, 30, foi libertado por volta das 0h30 desta segunda-feira, no bairro do Morumbi (zona oeste de São Paulo), após cerca de 40 horas seqüestrado. A condição imposta pelo PCC para libertar Portanova foi a exibição de um vídeo da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) criticando o sistema penitenciário. O vídeo foi transmitido pela emissora na madrugada de domingo.

Deixado numa rua do Morumbi, Portanova conseguiu carona com um carro que o deixou na sede da Globo em São Paulo, no Brooklin (zona sul), por volta de 1h. Ele entrou pelo portão 2 da emissora e permanecia no local até as 2h.

"Ele está bem e conversa com parentes", afirmou o repórter César Tralli, que exibiu imagens de Portanova, aparentemente bem e sem ferimentos, num plantão jornalístico exibido à 1h50.

O repórter foi seqüestrado nas proximidades da sede da Globo, às 8h de sábado (12). Os criminosos também levaram o auxiliar técnico Alexandre Coelho Calado, 27, que acabou libertado por volta das 22h30 do mesmo dia, a menos de um quilômetro da emissora, na avenida Luis Carlos Berrini.

Os criminosos deixaram um DVD com Calado e determinaram que o técnico levasse o disco à cúpula da TV para transmissão imediata. Caso contrário, o repórter seria morto. "A vida do teu colega está na tua mão", disseram os criminosos.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h43
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Sequestraram a mídia 2: Delegados de polícia criticam postura da Globo

Redação Portal Imprensa


O jornal o Estado de S.Paulo publicou hoje uma reportagem em que delegados de polícia criticam, em off, a postura da rede Globo de ceder às exigências do PCC (Primeiro Comando da Capital). Os policiais tenataram convencer a direção da Globo a esperar uma prova de que Portanova estava vivo antes de o vídeo ser exibido, mas a emissora não seguiu as recomendação e transmitiu o comunicado mesmo sem ter tal certeza.
“Eles correm o risco de se tornar uma Al-Jazira”, disse um delegado, referindo-se à emissora árabe conhecida por transmitir vídeo feitos pelo grupo Al-Qaeda, de Osama Bin Laden.

Para os policiais, ficou claro que a Globo não queria a repetição do caso do jornalista Tim Lopes, executado em 2002, no Rio, pelo grupo do traficante Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h40
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Sequestraram a mídia: JB critica veemente decisão da TV Globo

Redação Portal Imprensa


O Jornal do Brasil, em editorial publicado hoje, critica com veemência a decisão da Globo de aceitar a negociação com o PCC (Primeiro Comando da Capital) e transmitir, em rede nacional, um comunicado da facção criminosa.

“Lastimavelmente a Globo curvou-se à imposição dos bandidos. O JB não negocia com delinqüentes, prefere exigir que as autoridades cumpram o seu dever. Até porque a vez do executivo não vai demorar”, declara o Jornal do Brasil.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h38
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Entidades condenam seqüestro de repórter

Da Redação

A Associação Nacional de Jornais (ANJ), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (ABERT) divulgaram uma nota em que expressam repúdio pelo seqüestro do repórter Guilherme Portanova e do auxiliar-técnico Alexandre Coelho Calado, da TV Globo.

Os dois foram seqüestrados por criminosos do PCC no último sábado (12/08), mas Calado foi libertado com um DVD que deveria ser exibido ainda no mesmo dia. O vídeo foi exibido pela Rede Globo por volta da meia noite e meia e mostrava um membro do PCC reclamando das condições do sistema penitenciário e do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). Na semana passada, a Folha de S. Paulo e o SBT receberam o mesmo material. A rede de TV encaminhou para análise do Ministério Público e a Folha citou o recebimento em uma matéria.

"O ato covarde, com o objetivo de forçar um veículo de comunicação a divulgar manifesto de criminosos, é demonstração da ousadia e do sentimento de impunidade que domina aqueles que se voltam contra as instituições e os cidadãos", atesta o comunicado das entidades. 

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), criada logo após o assassinato do jornalista Tim Lopes no Rio pelo narcotráfico, também divulgou um anúncio em que considera a liberdade de imprensa ameaçada pelo crime organizado. A Entidade acredita que "os governos de São Paulo e o federal já não garantem condições mínimas para o exercício irrestrito da liberdade de imprensa no País".

Até o fechamento desta matéria, Portanova ainda não havia sido libertado pelos seqüestradores.

Leia a nota da ANJ, ANER e ABERT:

"A Associação Nacional de Jornais (ANJ), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (ABERT) manifestam sua mais profunda preocupação com o chocante episódio do seqüestro do repórter Guilherme Portanova e do auxiliar-técnico Alexandre Coelho Calado, funcionários da Rede Globo de Televisão.

A escalada do crime no Brasil atinge, desta forma, um nível que deixa perplexa toda a sociedade. O ato covarde, com o objetivo de forçar um veículo de comunicação a divulgar manifesto de criminosos, é demonstração da ousadia e do sentimento de impunidade que domina aqueles que se voltam contra as instituições e os cidadãos.

As entidades acima relacionadas prestam total solidariedade aos profissionais vítimas desse revoltante ato de violência, às suas famílias e à Rede Globo de Televisão. Além de atentar contra a integridade de profissionais de comunicação no exercício de sua atividade, o episódio busca colocar jornalistas e os meios de comunicação como protagonistas da questão do crime no Brasil. A função dos jornalistas e dos meios de comunicação é informar livremente a sociedade e eles não se afastarão, em nenhuma hipótese, dessa missão. Numa sociedade democrática, que felizmente vivenciamos, os meios de comunicação e seus profissionais não são e nunca serão instrumentos a serviço de quem quer que seja, quanto mais daqueles que se colocam à margem da lei.

Todas as entidades representativas dos meios de comunicação no Brasil, examinando o episódio e suas conseqüências, manifestam sua decisão de enfrentar com rigor esta preocupante situação. Por fim, as entidades reafirmam seu compromisso inarredável com a liberdade de informação e exigem das autoridades a defesa da sociedade, vítima constante do descontrole da segurança pública e da incapacidade no combate ao crime.

Nelson P. Sirotsky

Presidente da Associação Nacional de Jornais

Jairo Mendes Leal Presidente da Associação Nacional de Editores de Revistas

José Inácio Gennari Pizani

Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão"

Leia a nota da Abraji:

"A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), criada logo após o assassinato do jornalista Tim Lopes no Rio pelo narcotráfico, considera o seqüestro dos funcionários da Rede Globo e a chantagem que obrigou a TV a exibir um vídeo feito por criminosos indicadores intoleráveis de que os governos do Estado de São Paulo e federal já não garantem as condições mínimas para o exercício irrestrito da liberdade de imprensa no país.

A Abraji espera que as autoridades estadual e federal atuem com rapidez e eficiência para impedir uma nova tragédia e que repensem suas políticas de segurança pública, até agora incapazes de controlar o crime organizado a partir dos presídios de São Paulo.

Rio de Janeiro/São Paulo – 17h30 de 13 de agosto de 2006
Diretoria da Abraji"

Fonte: Comunique-se



Escrito por Sindjor/mt às 11h37
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Seqüestro:

PCC solta auxiliar de repórter e Globo exibe gravação

Redação Portal Imprensa


O auxiliar técnico da TV Globo seqüestrado junto com o repórter da emissora Guilherme de Azevedo Portanova, na manhã de sábado, foi liberado na noite de ontem. Ele levou um vídeo do PCC para que a Globo exibisse com a ameaça de que, se não cumprida a exigência, o jornalista seria morto. A Rede Globo, depois de consultar o Instituto Internacional para a Segurança da Imprensa (INSI, em inglês), exibiu o vídeo, que foi ao ar no Estado de São Paulo às 0h30 do domingo. Em comunicado hoje de manhã, a Globo informou a orientação dada pelo INSI: “Em situações de extrema emergência como a que a TV Globo viveu, quando os prazos são exíguos e quando não se têm dúvidas sobre o descompromisso dos bandidos para com a vida humana, a postura correta é ceder às exigências”.

O jornalista César Tralli apresentou o boletim antes de exibir as filmagens, que duraram pouco mais de 3 minutos e meio.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h31
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Seqüestro:

Equipe da TV Globo é levada por homens armados

Thaís Naldoni/Redação Portal IMPRENSA


Na manhã deste sábado (12/08), o jornalista Guilherme Portanova e o técnico Alexandre Calado, ambos funcionários da TV Globo, foram seqüestrados por dois homens armados, enquanto se preparavam para cobrir a caminhada de Aloizio Mercadante, candidato ao governo do Estado de São Paulo, no bairro do Tucuruvi, na cidade de São Paulo.

Por volta das oito horas da manhã, Portanova e Calado foram vistos em uma padaria, na zona sul de São Paulo, próxima a sede da Rede Globo. Segundo testemunhas, os bandidos levaram a equipe global, mas não roubaram equipamentos nem carro de reportagem. Por este motivo, a polícia trabalha com a hipótese de seqüestro.

Durante a caminhada, Mercadante, em uma espécie de comício, prestou solidariedade aos colegas dos profissionais levados. Depois de algum tempo, o candidato petista pediu desculpas por ter revelado o seqüestro.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h29
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IV FLIP: Tariq Ali critica Veja e o PT na 8º mesa da FLIP

Por Pedro Venceslau, de Parati

Na mais concorrida mesa da FLIP até o momento, o polemista paquistanês Tariq Ali, editor da revista New Left Review, adicionou o PT e a revista Veja a sua lista de alvos para o público brasileiro. Durante a palestra - que durou cerca de uma hora - Tariq praticamente não falou sobre o Brasil, preferindo desferir seus petardos tradicionais contra a mídia e o governo americano. "Não sou anti-americano, como dizem. Sou anti-imperialista". 

Terminado o monólogo, Tariq pôde responder as perguntas da platéia. IMPRENSA perguntou o que ele estava achando do governo Lula. Tariq poupou o presidente, mas disparou contra o PT. "Nós estamos vendo o PT afetado pela doença do poder e do dinheiro. Essa situação não é nada boa. A espera foi muito longa para que eles chegassem ao poder. Foi uma oportunidade única, que foi perdida. Vocês terão de esperar mais de 30 anos por outra chance como esta". 

Quando Tariq fez referência ao episódio dos dólares na cueca (por que na cueca? Não podia ser em outro lugar?), errou de personagens e citou José Dirceu como portador do dinheiro. A platéia veio abaixo. Em outra pergunta da platéia, Tariq foi questionado sobre o que achava da imprensa brasileira, em especial da Veja. "Conheço muito a mídia impressa brasileira. O Globo, Folha e JB publicam meus artigos mesmo sem concordar com eles. Já a Veja é um caso a parte. Eles usam o paradigma da Times e Newsweek, mas não são tão bons quanto eles".

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h28
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Presente:

Supremo Tribunal Federal ganha canal aberto de TV

Redação Portal Imprensa


Responsável pelo julgamento de crimes de ministros e de presidentes da República, o Supremo Tribunal Federal (STF), órgão máximo da Justiça, ganhou do governo federal um canal aberto de televisão, informa Daniel Castro da Folha de S.Paulo.

O Supremo já detém um canal a cabo, a TV Justiça. Como esse canal tem o status de geradora, o Supremo poderá pedir retransmissoras em dezenas de cidades, criando uma rede nacional. O Executivo já pensa nisso, tanto que irá abrir, com a implantação da TV digital, dez novos canais, do 60 ao 69, que nunca foram utilizados. 

Segundo Celso Fonton Jr., coordenador da TV Justiça, o Supremo pediu uma emissora aberta para garantir espaço na TV digital e por orientação do novo conselho editorial da TV Justiça, que quer que o veículo passe falar de justiça para todos, e não só para a Justiça. 

A TV Justiça transmite sessões e dois telejornais do Supremo, além de programas de outros tribunais, Ministério Público e associações de classe.

Fonte: Revista Imprensa



Escrito por Sindjor/mt às 11h25
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