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Pesquisa IMPRENSA/MAXPRESS/ABERJE:
Alckmin lidera nas redações
Por Pedro Venceslau e Thais Naldoni
Pesquisa inédita de intenção de voto revela que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, supera Lula nas redações brasileiras
Clique aqui para ver a íntegra da Pesquisa

Em 2003, no primeiro ano do mandato do presidente Lula, a revista IMPRENSA associou-se à ABERJE (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) e ao mailling MaxPress - o mais completo cadastro de jornalistas do Brasil - para realizar uma pesquisa inédita sobre a opinião das redações em relação ao governo que começava. A experiência foi repetida nos anos seguintes e mostrou uma curva descendente na popularidade do presidente junto aos chamados “formadores de opinião”. A relação pouco amistosa do Executivo com os repórteres, o episódio do projeto do Conselho Federal de Jornalismo, a ameaça de expulsar do país o jornalista Lary Rohter, do New York Times e a sucessão de escândalos envolvendo o governo são alguns dos fatores que podem explicar a queda de prestígio do presidente entre os jornalistas.
Para fechar este ciclo, IMPRENSA, ABERJE e MaxPress encomendaram uma nova pesquisa ao Instituto Franceschini de Análises de Mercado (que também produziu as pesquisas anteriores). Como estamos em um ano eleitoral, a pesquisa de 2006 foi além da popularidade do presidente e aferiu a intenção de voto dos jornalistas que atuam nas redações brasileiras atualmente. A partir do mailling MaxPress, foram realizadas 407 entrevistas, com repostas espontâneas, em redações do Brasil inteiro (veja BOX).
O resultado apontou uma tendência diferente entre a intenção de voto dos jornalistas e a divulgada até agora nas pesquisas de opinião geral, produzidas pelo Ibope, DataFolha, VoxPopuli e Sensus, entre outros.
Caso a eleição fosse hoje, o candidato da aliança PSDB/PFL, Geraldo Alckmin, venceria nas redações brasileiras com 31,7% dos votos. O presidente Lula, da coligação PT/PCdoB/ PRB, fi caria em segundo, com 20,6%, seguido de perto por Heloísa Helena (PSOL/PSTU/PCB) com 16,2%. Cristovam Buarque, do PDT, teria 3,2%. Nenhum dos outros candidatos pontuou na pesquisa. Declararam-se indecisos 15,2%, enquanto 13% afirmaram que votarão em branco ou nulo. O levantamento aferiu a intenção de voto apenas no primeiro turno da eleição.
No quesito “rejeição” é o presidente Lula quem lidera a pesquisa: 36% dos entrevistados responderam que não votariam no candidato do PT em hipótese alguma. Alckmin é o segundo mais rejeitado entre os jornalistas, com 23,5%. Heloísa Helena aparece em terceiro, com 7,4% de rejeição, seguida de José Maria Eymael (PSDC) com 3,0%, Cristovam Buarque, com 2%, Luciano Bivar (PSL), 1,2% e Rui Costa Pimenta (PCO), com 1,0%. A preferência por Alckmin não é vista com estranheza pela jornalista e cientista social Lúcia Hippólito, da CBN e Globonews, que acredita que a opinião dos colegas de profi ssão refl ete exatamente a qualidade de relacionamento imposta pelo presidente Lula ao longo de seu mandato.
“Acredito que a postura do presidente com relação à imprensa foi preponderante neste resultado. Isso reflete muito mais uma posição de jornalista do que de eleitor. Foi apenas uma entrevista coletiva nesse tempo todo sem direito à réplica, tudo muito controlado. Não imaginava um resultado diferente”, avalia Hippólito.
PS.: Pesquisa completa no link http://portalimprensa.uol.com.br/new_ultimasnoticias_data_view.asp?code=3688
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 15h55
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"Políticos do Brasil": Fernando Rodrigues lança livro hoje no Rio de Janeiro
Redação Portal IMPRENSA
O jornalista Fernando Rodrigues, colunista da Folha de S. Paulo faz o lançamento hoje (19/09), no Rio de Janeiro, de seu livro "Políticos do Brasil - Uma Investigação Sobre o Patrimônio Declarado e a Ascensão Daqueles que Exercem o Poder".
A obra, editada pela Publifolha, faz um levantamento e análise de quem são os políticos brasileiros e o tamanho de seus patrimônios - e sua evolução ao longo dos últimos anos; são 3.750 registros de candidatos vencedores nas eleições federais de 1998 e de 2002, compilados em um trabalho de pesquisa de cinco anos e meio.
O lançamento acontece na Livraria da Travessa de Ipanema, a partir das 19h30 - R. Visconde de Pirajá, 572. No dia 25, a Publifolha programou outro lançamento, em São Paulo, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h08
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Dossiê: IstoÉ nega ter comprado entrevista
Por Alex Sander Alcântara /Redação Portal IMPRENSA
O editor e diretor responsável da revista IstoÉ, Domingo Alzugaray, distribuiu comunicado afirmando que a revista "não compra e nunca comprou dossiês ou entrevistas". Alzugaray disse,ainda, que "condena a venda de dossiês" e que "cabe à Polícia Federal a investigação de tais fatos".
A reportagem em que Darci Vedoin e seu filho Luiz Antônio Vedoin acusam o ex-ministro da Saúde José Serra de envolvimento com a máfia das ambulâncias, segundo dono da Editora Três, "é resultado de trabalho jornalístico".
Em depoimento à Folha, o redator-chefe da IstoÉ, Mário Simas Filho, que assina a reportagem, disse que, "se soubesse que alguém estaria comprando alguém para que alguém desse a entrevista, também teria publicado isso". Simas diz não ter nenhuma informação que envolva dinheiro nesse processo. " O fato de Serra e o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde Barjas Negri não terem sido ouvidos foi uma avaliação da revista, porque era entrevista do tipo pingue-pongue", reforça.
Leia a íntegra da nota:
"A Revista IstoÉ, em virtude das informações veiculadas nos últimos dias, esclarece que: 1) Não compra nem nunca comprou dossiês ou entrevistas. A reportagem publicada na sua edição de número 1.926, do final de semana, é resultado de trabalho jornalístico da sua própria equipe. 2) A decisão de publicar as denúncias envolvendo o nome do ex-ministro da Saúde, José Serra, deveu-se ao fato de que foram formuladas pelos empresários que têm pautado as investigações e acusações em torno da CPI dos Sanguessugas. 3) A revista condena a venda de dossiês e entende que cabe à Polícia Federal a investigação de tais fatos. 4) Da mesma maneira, a revista considera que as denúncias feitas pelos empresários Vedoin devem ser investigadas com profundidade para a adequada apuração dos fatos. 5) Por fim, a revista teme que manobras diversionistas possam tirar do foco central as investigações sobre as graves denúncias a respeito da Máfia das Ambulâncias.
São Paulo, 18 de setembro de 2006.
Domingo Alzugaray Editor e diretor responsável
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h06
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Jornalistas não conseguem entrar em solenidade no Palácio do Planalto
Da Redação Fonte:Globo Online
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Nesta segunda-feira (18/09), o Palácio do Planalto proibiu o acesso de repórteres à solenidade de assinatura do decreto que modifica as condições para concessão do certificado de entidade beneficente a instituições de saúde, que passariam a ser reconhecidas como hospitais filantrópicos. Somente fotógrafos e cinegrafistas tiveram acesso a cerimônia que durou menos de dez minutos e foi transmitida pelo sistema interno de vídeo e ao vivo pela TV oficial a cabo NBR.
Os jornalistas chegaram a ser chamados para o segundo andar, local da cerimônia, mas depois foram informados pela assessoria do Planalto que não poderiam cobrir o evento. A situação ocorre logo após o hipotético envolvimento de Freud Godoy, funcionário da Secretaria Particular do gabinete pessoal do presidente da República, na compra de um dossiê contra José Serra, candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB. As investigações e as acusações, situadas em pleno ambiente eleitoral, fariam parte da pauta de perguntas dos repórteres, como é de praxe.
No início da tarde, a Secretaria de Imprensa da Presidência da República divulgou anúncio informando que o tratamento reservado à imprensa é comum em eventos deste tipo, com curta duração e no terceiro andar do Palácio do Planalto. Além disso, o órgão informou que a solenidade teve doze minutos e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não discursou.
Fonte: Comunique-se |
Escrito por Sindjor/mt às 18h06
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Prêmio Esso: Inscrições vão até 30 de setembro
Redação Portal IMPRENSA
O prazo para inscrições de jornais e revistas para o Prêmio Esso de Jornalismo 2006 vai até o final deste mês, no dia 30 de setembro.
O Prêmio, que completa seu 51° ano de existência ininterrupta, vai distribuir um total de R$ 89 mil aos melhores trabalhos editados em jornais e revistas, dentre 11 categorias, além do prêmio principal, que leva o nome do programa.
São as seguintes as categorias da mídia impressa e seus respectivos valores de premiação: Reportagem: R$ 10 mil; Fotografia: R$ 10 mil; Informação Econômica: R$ 5 mil; Informação Científica-Tecnológica-Ecológica: R$ 5 mil; Primeira Página: R$ 5 mil; Criação Gráfica-Revista: R$ 5 mil; Interior: R$ 5 mil; além de três Prêmios Regionais, no valor de R$ 3 mil cada.
Saiba como inscrever seu trabalho acessando o site: www.premioesso.com.br.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 18h01
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Entra e sai: IG vai hospedar blog de Nassif
Por Otávio Grillo/Redação Portal IMPRENSA
O blog do jornalista Luis Nassif vai sair do UOL e se hospedar no IG ainda nesta semana, segundo informou a assessoria do IG ao Portal IMPRENSA. Procurado pela reportagem, Nassif não foi encontrado para comentar a mudança.
Comentarista econômico da TV Cultura, membro do Conselho do Instituto de Estudos Avançados da USP e do Conselho de Economia da FIESP, é autor de "O Jornalismo dos anos 90" e "Menino de São Benedito", como também finalista do Prêmio Jabuti de 2003 na categoria Contos/Crônica. Em 1995 lançou o CD "Roda de Choro", solando bandolim, sendo também semi-finalista do Prêmio Sharp de Música Instrumental.
Fonte: Revista Imprensa
Escrito por Sindjor/mt às 17h59
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| Para TST é ilegal enquadrar jornalistas como radialistas |
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Finalmente uma boa notícia. Jornalistas ganham um reforço importante na luta contra rádios e TVs que promovem desvios de enquadramentos funcionais desrespeitando a regulamentação profissional da categoria. Usam esta prática para burlar os pisos e a jornada legal de cinco horas. Segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST) é irregular o enquadramento de jornalistas como radialistas nas empresas de radiodifusão. Em julgamento do dissídio coletivo do Sindicato dos Jornalistas do Ceará de 2003, a Seção de Dissídios Coletivos do TST negou a pretensão do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão que pretendia fixar o piso salarial dos jornalistas (R$ 1155,00) em R$ 687,00 (piso dos radialistas).
Segundo boletim da Assessoria de Comunicação do TST, o relator do dissídio no Tribunal, ministro João Oreste Dalazen, afirmou que os jornalistas profissionais constituem categoria diferenciada. “É certo que o enquadramento sindical no direito brasileiro dá-se pela atividade preponderante, ressalvada a categoria diferenciada. Inviável, portanto, a aplicação do critério da categoria preponderante para enquadrar os jornalistas profissionais empregados de empresas de radiodifusão como radialistas”, esclareceu.
O ministro destacou, inclusive, a Portaria nº 3071 do Ministério do Trabalho que regula a profissão e confirma que as duas profissões têm atividades distintas e são regidas por leis específicas. No caso dos jornalistas, o Decreto nº 972/1969 e sua posterior regulamentação o Decreto Lei 83.284/1979. No entendimento do TST são privativas de jornalistas as atividades de redação de matérias, crônicas, entrevistas, inquéritos, reportagens escritas e faladas, além de desenvolver funções de planejamento, organização e administração na coleta de notícias, revisão de textos e outras específicas da área de imprensa. Quanto ao radialista, cabe as atividades de natureza administrativa e técnica.
Além desta decisão importante para a categoria em todo país, o Sindicato dos Jornalistas do Ceará conquistou diversos avanços para os jornalistas do Estado. O Tribunal reformou as cláusulas do dissídio que tratam do piso salarial, seguro de vida para repórter que atue em área de risco, contribuição assistencial, gratificação de chefia e freqüência livre para dirigentes sindicais. Concedeu também um dia de abono de falta por mês para acompanhamento de filhos com necessidades especiais, ou inválidos, lanche gratuito após a sétima hora trabalhada, sem interrupção. Fixou multa ao sindicato patronal, no caso de descumprimento das cláusulas, de 10% do salário básico por empregado prejudicado.
”É uma grande vitória e vai dar um fôlego pra categoria que inicia uma nova campanha salarial”, comemora a presidente do Sindicato do Ceará, Déborah Lima. Já o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo, avalia que a decisão do TST contribui para resolver definitivamente os conflitos entre as duas regulamentações. “Estamos em processo de negociação com os radialistas e o julgamento do TST é um belo empurrão para chegarmos a um consenso com os radialistas e iniciarmos a negociação no âmbito da Comissão proposta pelo ministro do Trabalho”, avalia.
Fonte: fenaj |
Escrito por Sindjor/mt às 17h58
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